Seminário Batista do Cariri
22/11/07 Quinta-Feira
Organizado por Rosangela da Silva Feitosa
Bibliologia
I. Revelação:
B. Tipos de Revelação (definição e modos):
a) Definição: É a comunicação de Deus de si mesmo a todas as pessoas em todos os tempos e lugares.
b) Modos: Natureza: Sl 19.1; Rm 1.19sss; História ou Providência: At 14.17; Homem: Rm 2.14s = b1 Consciência – processo moral b2 Sua Religiosidade
2. Especial:
a) Definição: É a comunicação particular de Deus de si mesmo a algumas pessoas em certos tempos e lugares; possibilitando-os a um relacionamento redentivo com eles.
b) Modos:
Falar Divino: Ez 12.1,8,17,21,26; Jr 18.1; Os 1.1; Jl 1.1; Am 1.1. Discurso audível Jz 13.3 Ouvir interior Ex: Salmos sonhos e visões Gn 37.5-10, At 10.9-10 inspiração concursiva I Co 7.40; 11.23; Fm interpretação do evento Ex: A interpretação da morte de Cristo.
Encarnação: Jesus é o maior modo de revelação: sua vida e seu discurso foi revelação. Jo 14. 9 e I Jo 1.1. Bíblia: II Tm 3.16; II Pe 1.18-21
C. Necessidade:
2. Para que o homem conheça a Deus, é necessário, que Ele mesmo se revele.
3. Revelação Especial: A queda. Rm 1.18
D. Aspectos:
Genuinidade: Existe / Eficácia: não funciona, e não pode salvar o homem.
· Há uma revelação válida, objetiva e racional para qualquer pessoa.
· O pecado manchou a revelação geral (Gn 3.17-19); impediu a percepção desta revelação (Rm 1.21).
· Não capacita o incrédulo a ter conhecimento salvífico pela revelação natural.
· Por causa do pecado, se faz necessário o uso dos “óculos da fé”.
2. Especial: Estilo:
a) Pessoal: Um Deus pessoal revela-se a pessoas. Ex: Ele diz seu nome em Êx 3.14
b) Antrópica: Deus revela-se em linguagem humana. Ex: grego Koinê; Is 59.1; Sl 11.4
c) Analógica: Deus usa verdades conhecidas por nós para nos mostrar verdades divinas desconhecidas por nós. Ex: Deus é meu Pai, meu pai é Edimundo. Sentido Univocal: Um termo empregado num só sentido. Sentido Equivocal: Um termo empregado em vários sentidos diferentes.
d) Progressiva: Deus se revelou passo a passo. Ex: Hb 1.1-3
e) Proposicional: Deus se revelou através de proposições. E: Jr 36.27-32.
II. Inspiração:
B. Necessidade: Preservação da revelação Jo 20.31
C. Evidências: Reivindicações Bíblicas:
1. Textos diretos: I Pe 1.19-21 e II Tm 3.15,16
2. Deus falou por boca de pessoas: At 1.16, 3.18, 21
3. A consciência dos Escritores: Mq 4.4; Jr 30.4; Is 8.11; Am 3.1
4. O testemunho de Jesus: Jo 10.35; Mt 5.18
5. Os apóstolos pensavam assim: At 4.24,25; Hb 3.7; 4.3.
C. Aspectos:
B. Plenária: toda a Bíblia é igualmente inspirada. II Tm 3.16; Jo 10.35
· V.T. II Pe 1.19-21: a profecia é inspirada; At 3.22: a lei é tida como profecia; Jo 10. 33-35: os Salmos são tidos como Lei e Escritura. Lc 24.44,45: classifica “Escritura” como sendo o AT.
· N.T. II Pe 3.16: Os escritos de Paulo estão no mesmo nível das demais Escrituras. I Jo 4.6; Ap 22.18; I Ts 1.5 e 2.13.
III. Inerrância:
B. Necessidade: Importância da Inerrância:
· Assegurar a confiabilidade das Escrituras como fonte de conhecimento de Deus.
· Podemos ter total confiança na Palavra de Deus; mesmo quando não conseguimos explicar algo.
C. Evidência: Jo 17.17; Is 45; Jo 10.35
D. Abrangências:
Conceitos de Inerrância:
a) Inerrância Absoluta: Tudo é verdadeiro, inclusive os detalhes.
b) Inerrância Completa: Tudo é verdadeiro, mas o alvo não é relatos históricos.
IV. Iluminação:
B. Necessidade:
1. A diferença Ontológica entre Deus e a humanidade. 2. A pecaminosidade humana. 3. Os seres humanos requerem certeza.
C. Evidências:
1. Da necessidade: Mt 13.13ss; Mc 8.18; Rm 1.21; 11.8ss; II Co 4.4; I Co
2. Da realidade de Iluminação: Ef 1.18; II Co 3.16,18.
3. Outras formas de Falar da Iluminação: Rm 2.29; Cl 1.9; I Jo 5.20; Jo 10.
D. Aspectos:
1. O Momento da Iluminação:
b) Ef 3.14-19 – a oração de Paulo pelo fortalecimento dos Efésios.
2. O que é feito na Iluminação: Jo 14-16
a) O Espírito Santo ensina. b) O Espírito Santo testemunha. c) O Espírito Santo convencerá o mundo da justiça, do juízo... d) O Espírito Santo guiará os crentes em toda a verdade.
V. Outros Aspectos:
1. Necessidade:
Para a Bíblia funcionar como se Deus estivesse falando a nós.
2. Evidências:
· A autoridade é confirmada no uso que Jesus fez para responder a Satanás. Mt 4.4, 7-10.
· Como também Jesus a usou para responder aos seus opositores. Mt 22.29; 31-33
3. Abrangências:
a) Tipos de Autoridade:
b) Outros aspectos:
· Como Deus exerce essa autoridade? Indiretamente: Através da Bíblia.
· Há uma obra interna do Espírito Santo iluminando o crente.
· A Palavra objetiva, a Bíblia escrita, junto com a Palavra subjetiva, a iluminação interna e a convicção constitui a autoridade.
· Pode haver algum conflito entre a Bíblia e a razão? A Bíblia é a nossa autoridade legislativa suprema. Ela nos dá o conteúdo, e usamos a razão para o mesmo.
· A tradição pode nos ajudar a entender a Bíblia. Mas ela não tem mais peso que a Bíblia.
· Precisamos ver o que é permanente para sabermos, o que é para nós hoje.
B. Cânon:
2. Evidência da canonicidade dos 39 livros do AT:
· Os próprios livros reivindicam autoridade divina. Sl 149.9; Dn 9.2
· A ordem para ler a Escritura aparece cedo. Êx 24.7; Dt 17.18,19; Js 24. 25-26; Jr 3.12
· Foram reconhecidos no NT: II Tm 3.16; II Pe 3.15
· Era reconhecido desde aquela época. I Ts 5.27
· Paulo e os outros apóstolos citaram o VT, implicando apoio ao cânom do VT. Rm 10, Ef 3
· Jesus afirmou a autoridade deles. Lc 11.51; Mt 23.35; Lc 24.44; Mt 5.17-18; Lc 11.51
3. Evidência da canonicidade dos 27 livros do NT:
· A autoridade que os livros reivindicam. I Co 14.37; I Ts 5.27; Cl 4.16 e Ap 1.3.
· As afirmações da igreja: Pais eclesiásticos
· O Concílio de Cartago (397 d.C.) reconheceu o cânon completo.
4. Quatro razões para a exclusão dos livros apócrifos:
· Não se encontram no cânon judaico
· Nenhum ramo da igreja os aceitou como canônicos durante 150 anos.
· Seu conteúdo indica que não são inspirados, pois há erros doutrinários, geográficos e cronológicas e contradições com as demais Escrituras ( 2o Macabeus 15.38)
VI. Finalidade das Escrituras:
I. Pessoa:
2. Especificação: Podemos dividir os atributos em dois grupos:
a) Atributos de Grandeza:
· Personalidade: Deus é individual, com auto-consciência, vontade própria, capaz de sentir, escolher, e tem uma relação recíproca com outros seres. Ele tem nome: Êx 3.14
· Vida: Deus é auto-existente; não-causado. Seu nome: Êx 3.14. Quando comparado com outros seres, é visto como um Deus vivo. Jo 5.26; I Ts 1.9; Jr 10.10
· Infinitude: Deus é ilimitável quanto ao tempo e espaço, etc. Espaço: At 17.24-27; Hb 4.13; Sl 139.7-12; Tempo: Sl 90.1-2; Conhecimento: Pv 15.3; Sl 139.1-6; Poder: Gn 17.1; Liberdade: Ef 1.5
· Constância: Deus não muda no seu Ser, soberania e propósito. Ml 3.6
b) Atributos de Bondade:
· Retidão: A lei de Deus é tão perfeita quanto Ele. Sl 19. 8; 9.8
· Justiça: É a sua retidão oficial. Sl 73
- Integridade:
· Veracidade: Deus fala a verdade. Tt 1.2; Jo 17.17
· Fidelidade: Deus pratica a verdade. Nm 23.19; I Ts 5.24; II Tm 2.13; I Co 1.9
· Graça: Deus nos dá o que não merecemos. Êx 34.6; Ef 1.5-8; 2.7-9; Tt 2.11; 3.3.
· Misericórdia: Deus não nos dá aquilo que merecemos. Ele tem compaixão. Sl 103.13; Dt 5.10; Sl 57.10; Mc 1.41; Mt 14.14; 9.33-36; 6.34; Lm 3.22s; Sl 103.8
· Persistência: Qualidade de Deus que não desanima em amar seus filhos. Sl 86.15; Rm 2.4 ; 8.38s; 9.11
B. Transcendência e Imanência:
2. Imanência: A presença de Deus dentro da atividade humana, na natureza, e na história. Jr 23.24 (universo); Sl 104.29-30; Ag 2.4; Mt 5.45; Is 57.15
C. Trindade:
1. A unicidade de Deus: Êx 20.2s; 4; Dt 6.4-5 ; Tg 2.19; I Co 8. 4,6; I Tm 2.4s; Jo 10.30; 14.9; Dt 44.6
2. Três são chamados de Deus:
a) O Pai é Deus: Mt 6.26-34; 19.23-27; 27.46; Mc 12-17; 24-27; Ef 1.4
b) O Filho é Deus: Jo 1.1; Fp 2.5-11; Hb 1.2ss.
c) O Espírito Santo é Deus: At 5.33; I Co 3.16ss; Jo 3.8; II Co 13.13; Mt 28.19.; Sl 139.7ss
3. Os Três em Um:
· No versículo: I Jo 5.7 confira com Jo 1.1
· A palavra elohim é plural, usada para Deus.
· Gn 1.16; Is 6.8 – Há nome e contexto tanto no singular, quanto no plural.
· Gn 2.24; Dt 6.4 – A mesma palavra erad (dr;a,), que é usada em Gn unindo partes, também é usada em Dt.
· Os Três aparecem juntos: Mt 28.19s; II Co 13.13
· Aparece os três intercambialmente: Lc 1.35; Mt 3.16s; 12.28; Lc 24.49; At 2.33; I Co 12.4ss; Gl 4.6; Rm 15.16; II Co 1.21s; II Tm 2.13s; I Pe 1.1s; 20s.
4. Os Três como pessoas distintas:
Is 48.12, 16; 61.1; Lc 4.18-20; 1.35; 24.39; Mt 3.16; 12.38; Jo 1.1.
II. Obra:
2. Evidência: AT: Sl 139.16, Is 14.24, Jó 3.2, Mq 4.1, Gn 50.20.
3. Natureza do plano:
· Eterno: Sempre esteve na mente de Deus. Ef 1.4; 3.11
· Livre: Ninguém lhe deu conselhos. Is 40.13ss; Ef 1.11,5
· O propósito, a glória de Deus: Cl 1.16; Ef 1.6,12
· Todo inclusivo: Nada pega Deus de supressa. Ef 1.10,11
· Eficaz: O que Ele planejou vai acontecer. Is 46.10; Jó 42.2
· Tem a haver com suas ações, não com sua natureza: suas ações dizem respeito ao que Ele fará, não aos seus atributos.
· Relaciona-se principalmente com criação, preservação, direção e redenção. Também envolve a vontade.
· Inclui as ações dos homens: mas não força os seres humanos.
· É imutável: Deus não muda, nem altera suas decisões. Ml 3.6
B. Criação:
2. Aspectos:
· Criação do nada: Sem o ouso de materiais preexistente, ex-nihilo. Hb 11.3
· Deus criou toda a realidade. Gn 1.1; Ef 3.9
· Deus criou tudo pelo poder da palavra – Criação por FIAT Sl 33.6,9; Hb 11.3
· A obra do Deus-Trino.
· Seu propósito - - a glória de Deus. Cl 1.16
C. Providência:
2. Abrangências:
· É o trabalho de Deus, de preservar a criação em existência; mantendo-a e sustentando-a. Perservação
· É a atividade de Deus guiando e dirigindo o curso de eventos para cumprir os propósitos dele. Governo
D. Providência como preservação:
2. Abrangências:
· A criação inanimada Is 40.26; Sl 33.7
· A criação animal e vegetal Mt 6.26-28
· A criação humana e tudo o que há. At 14.17
E. Providência como governo:
2. Abrangências:
a) Deus atua na natureza: Elias (ñ choveu), Mt 5.45, 6.25-34
b) Deus guia e dirige a criação animal: Sl 104.21-29; I Rs 17.4
c) O governo de Deus envolve o destino das nações: Dn 2.21
d) É soberano nas vidas de pessoas individuais: I Sm 2.6-7
e) Inclui as ocorrências acidentais da vida: Pv 16.33
f) Deus governa tudo: Sl 103.19-22.
g) Deus está governando até as ações humanas: Ex 3.21
h) Até mesmo as ações pecadoras fazem parte do plano de Deus: At 223.
3. Aspectos do governo:
a) A atividade de Deus é universal. Rm 8.28
b) A providência de Deus não se estende às pessoas deles. Mt 5.45
c) Deus é bom no governo dele. Rm 8.28
d) Deus está pessoalmente preocupado com os seus. Jo 10.3-6
e) Nossa atividade e a atividade de Deus não são exclusivas.
f) Deus é soberano no governo dele.
g) Precisamos ter cuidado para identificarmos a providência de Deus.
I. Pessoa:
A. Divindade:
2. Importância:
· Se não fosse Deus, não poderia satisfazer a vontade do Pai, na sua obra na cruz.
· É importante também para a nossa fé. Cremos em alguém divino, e assim nos identificamos com Ele; somos cristãos. Jo 1.18; 14.9
· Ele é o centro da nossa salvação. Jo 20.31
· A vida eterna depende de crermos Ele. Jo 17.3
3. Evidências:
a) Texto diretos:
- Tt 2.10,13
b) O Conceito do próprio Jesus:
- Jo 5.18: Aceitou o título: “Filho de Deus”.
- Mt 13.41; Lc 12.8,9: Jesus disse Ter anjos e um reino.
- Mc 2.27-28: Afirmou ser senhor do Sábado.
- Jo 8.58; 3.13: Afirmou sua preexistência e usou o título; “Eu sou”.
- Jo 20.28: aceitou a adoração devida a Deus.
· Foi enfatizado por suas atividades:
c) O Testemunho de outros escritores bíblicos:
d) O uso do termo SENHOR:
· Há um paralelo entre o AT e o NT, o que é dito que o Pai faz, também é dito que o Filho faz:
- Krios é usado para designar o Filho: Lc 2.11; Jo 20.28; At 10.36; Fp 2.11; I Co 2.8; Tg 2.1; Ap 19.6
- Krios é usado para designar tanto o Pai, quanto o Filho: At 1.24; 2.47; At 8.39 e Rm 14.11
e) Mesmos Atributos do Pai:
· Oniciência: Mc 2.8; Jo 1.48; 2.25
· Onipresente: Mt 18.20; 28.20; Gl 2.20.
B. Humanidade:
2. Importância:
· A lacuna entre Deus e o homem. Deus é infinito, e nós finitos.
· A lacuna é agravada pelo pecado.
· Só é válido a obra da Sua morte, Sendo Ele humano.
· O ministério intercessor depende de sua humanidade.
3. Evidências:
a) Vida Humana:
· Nascimento humano:
- Nasceu de uma virgem: Is 7.14; Mt 1.23. Sua concepção não envolveu um ser masculino, mas foi igual a de todos os homens.
- Nasceu da forma que todas as pessoas: Lc 2.6-7
· Desenvolvimento humano:
- Cresceu e desenvolveu como todas as pessoas. Lc 40, 52
- Participava da vida religiosa humana: Lc 4.16; 6.12; Mt 4.4
b) Características humanas:
· Limitações humanas:
- Intelectuais: õ Conhecimento limitado: Lc 9.47; 6.8; Jo 4.18; 11.14.
- Morais: õ Foi tentado: Hb 2.18; 4.15
- Espirituais: õ Dependia da oração para ter poder M 1.35; Jo 6.15; Lc 22.41-45; Hb 5.7. õ Dependia da unção do Espírito Santo para exercer poder At 10.38.
· Emoções:
- Compaixão: Mt 9.36 - Choro: Jo 11.35 – Raiva: Jo 2.13-14 – Amor: Jo 13.23, Mc 10.21 –Tristeza: Jo 15.11; 17.13 – Supressa: Lc 7.9
· Nomes humanos:
C. Impecabilidade:
2. Importância:
· A obra de Cristo na cruz, só tem valor, sendo exercida por alguém, que nunca pecou; pois este pagaria pelos pecados de todo o povo. Seu sacrifício foi perfeito. I Pe 1.18s
· Mostrou que o pecado não faz parte da natureza humana.
3. Evidências:
a) O testemunho Bíblico: II Co 5.21; I Jo 3.5; I Pe 2.2; Hb 9.14; 4.15
b) O testemunho de Jesus: Jo 8.46; 29; 15.10
c) O testemunho de descrentes: Mt 27.19 (A mulher de Pilatos); Lc 23.41 (o ladrão na cruz); Mt 27.4 (Judas).
4. Aspectos:
· Embora Jesus sofresse a tentação, Ele nunca pecou. Os evangelhos nada declara dos pecado de Jesus. Ele venceu a tentação.
· Jesus poderia, então pecar? Não! Cristo não podia pecar. Ele não capaz de pecar. Porque a sua natureza divina sustentava a natureza humana.
· Então, será que sua tentação foi verdadeira? Sim! A prova disso, é que Ele não cedeu, mas resistiu a mesma. Quanto maior a resistência, maior é a prova disto.
· Então, como Jesus foi tentado. Jesus foi tentado por fatores externos. Pois ele não possui o fator interno, ou seja, à inclinação ao pecado, como nós temos. Por isso, a Bíblia afirma que Deus não pode ser tentado, porque Ele não tem à inclinação ao pecado.
D. Nascimento Virginal:
2. Importância:
· Por causa da Encarnação: Se Jesus tivesse pai humano, seria apenas homem.
· Por causa da Impecabilidade: Para não transmitir a natureza pecaminosa.
· Por causa da Sobrenaturalidade: Mostrar a soberania de Deus.
3. Evidências:
§ O relato de Mateus e Lucas: Mt 1.18-25; Lc 1.26-38
§ Desde cedo se cria que Jesus não era filho de José.
§ Afirmação dos ouvintes Mc 6.3
E. Unidade:
2. Importância:
· Fechar a ponte do abismo entre nós e Deus. Abismo metafísico (infinito com finito) e abismo moral (santo com pecador).
· Por causa da redenção. A morte de Jesus teria que ser de valor eterno, pois o pecado foi cometido contra um ser de valor eterno. Também teria que ser humano, para a aplicação, porque foi o homem que pecou.
3. Evidências:
· Jesus sempre falou de si mesmo no singular Jo 17.21-22; 11.25. Enquanto na Trindade há um pluralidade Gn 1.26; e uma pessoa fala com outra Sl 2.7 e Jo 17.
· Há textos que falam tanto da humanidade quanto a divindade, referindo-se a uma só pessoa. Jo 1.14; Gl 4.4; I Tm 3.16; I Tm 2.5
· Suas obras mostram ações humanas e divinas; como sendo uma só pessoa. Ef 2.16-18 com I Jo 2.1-2; 4.2 com 4.15 e 5.5.
· Os títulos e obras divinos e humanas são usados de forma intercambiavelmente. Cl 1.13-14; Jo 6.62; 3.13 (filho do homem e veio do céu).
F. Auto-esvaziamento e relacionamento com o Esp. Santo:
· Não foi uma perda de atributos divinos; mas um ganho de atributos humanos. Por causa disto podemos dizer que Ele deixou aquilo que entraria em conflito com a natureza humana; pois a humana limitava a divina.
· Contudo Ele agia dependemente do Espírito. At 10.38
· Evidências: At 20.28 – Deus comprou a igreja com seu próprio sangue; Jo 3.13 – Jesus estava no céu e na terra simultaneamente.
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A. Obras:
1. Profeta:
a) Evidências: Hb 1.2
· O próprio Jesus entendeu que era profeta. Mt 13.57
· Jesus exerceu sua função revelatória antes da encarnação. Jo 1.9; I Pe 1.11.
a) Intercessão:
· Evidências: Ele ofereceu sacrifício. Tempo: de uma vez por todas.
a) Evidências:
· Jesus é rei sobre o mundo atual.
a) Encarnação: Cristo fez-se homem (Jo 1.1,14; 17.5; Fp 2.6-8; II Co 8a)
· Saiu de sua posição gloriosa (presença do Pai e do Esp. Santo e louvor dos anjos) e de igualdade com o Pai; para nascer num ambiente humilde e ser deitado numa manjedoura.
· Ficou sujeito à lei Gl 4.5
· Deixou de desfrutar dos poderes divinos para sua própria glória.
c) Morte e sepultamento:
a) Ressurreição:
a) É crucial para a fé cristã:
· Muda o foco da natureza de Cristo para a sua obra ativa ao nosso lado.
· Aqui a teologia tem aplacação direta em nossas vidas.
· E a expiação faz a nossa a salvação possível.
b) É a base das outras doutrinas:
· Nos dá um conceito correto de Deus, Homem, Pessoa e obra de Cristo e pecado.
· Nos dá um conceito correto da expiação:
- Sem o conhecimento que Deus é santo e bom e que o homem é pecaminoso, não entenderemos que ele é incapaz de satisfazer a Deus.
- Cristo: Se Sua obra é apenas um exemplo é vã.
- Se Jesus é Deus, a sua foi imensurável, não somente foi um exemplo, mas também um sacrifício por nós.
2. Extensão: Por quem Cristo morreu?
a) Definição:
b) Evidências:
· Ele morreu pelo seu povo. Mt 1.21; Jo 10.15,26,27; 15.13
· Ele morreu pelo sua igreja At 20.28; Ef 5.25; Rm 8.32
· Ele intercede pelos seus Jo 17
· Quando fala de todos refere-se a todos os salvos Rm 8.32
3. Definição de termos:
a) A morte de Cristo foi:
· Vonlutária: por livre escolha, não por compulsão Jo 10.17,18; Gl 2.20
· Vicária: a favor dos outros I Pe 3.18; I Co 15.3; Rm 4.25
· Sacrificial: como holocausto pelo pecado I Co 5.7; Êx 12.13, 23; Is 53.10; Hb 9.14
· Expiatória: apaziguando ou tronando satisfatório Gl 3.13; Is 53.4-6; Êx 30.10; Hb 9.23s
· Propriciatória: cobrindo ou tornando favorável a Deus I Jo 4.10; Is 53.8, 10-12; Rm 3.25
· Redentora: regastando por meio de pagamento Gl 4.4,5; 3.13; Mt 10.28; I Pe 1.18-19
· Substituta: em lugar de outros I Pe 2.24; Lc 1.2-4; II Co 5.21; Rm 4.25; Mt 1.21; 20.28; Is 53.5s
· Reconciliadora: reconciliando o homem com Deus II Co 5.20
· Salvadora: I Tm 1.15(coloquei este porque na romaria, uma pessoa, chegou afirmando confiadamente que a morte de Jesus foi para maldição)
b) Imputação:
· Significa literalmente: “lançar na conta de”.
· Deus lançou sobre Jesus todo o nosso pecado. Is 53; Rm 4.5; II Co 5.21
I. Pessoa:
· Paralelo com outras pessoas da Trindade: I Jo 5.7; Mt 28.19; II Co 13.13; At 5.1-4; Ef 1.4-14; Sl 33
· Possui atributos divinos Sl 139.7; I Co 2.10,11; Lc 1.35; Hb 9.14
· Realiza obras que são atribuídas a Deus Gn 1.2; II Pe 1.21; Jo 6.63; Ef 4.30; Jo 14.17; Rm 8.2; Hb 10.29; Sl 119.156; I Pe 4.14
· Citações explícitas Is 40.13-18; 48.16; II Sm 23.2,3
B. Personalidade:
· Há uma singularidade e função com o Pai. Jo 14.26; 15.26; 16.7
· Tem elementos de personalidade:
- Emoções Ef 4.30
- Vontade I Co 2.11
· Ele aparece agrupado com pessoas At 15.28
· Ele pode ser afetado pelas pessoas:
- Pode-se entristecê-lo Ef 4.30
- Pode-se apagá-lo I Ts 5.19
- Pode-se resistí-lo At 7.51
- Pode-se rejeitá-lo I Ts 4.8; Hb 10.29
C. Outros:
· Há um subordinação de funções Lc 10.21ss
· Foi enviado:
- Pelo Filho, da parte do Pai: Jo 15.26; 16.6; Jo 1.29-34
· Em nome dele é batizado Mt 28.19
II. Obra:
A. No Antigo Testamento:
- Em obras artísticas Êx 28.3
- Na liderança Nm 11.16-30
- Nas profecias Nm 24.2; Mq 3.8
- Na Unção real I Sm 10.6,10
· No nascimento Mt 1.18ss; Lc 1,35
· No batismo Mt 3.13-17; Jo 1.29-34
· Na tentação Mt 4.1
· No cumprimento de profecias Lc 4.17-22 com Is 11.1s
· Nos milagres Mt 12.28; Lc 12.10
· Nos ensinos de Jesus I Jo 4.1-6; 3.24; Jo 14.26; 3.3; Lc 4.14, 18,21
· Na ressurreição Rm 8.11
· Na glorificação Jo 16.14. Ele glorificará o Filho.
C. Na vida do Cristão:
· Convence Jo 16.-11
· Testifica Jo 15.26-27
· Ilumina Jo 16.13-14
2. Concomitante a Salvação:
· Regenera Tt 3.5; Jo 3.5
· Batiza I Co 12.13
· Sela Ef 3.13s; Ef 4.30
· Habita Rm 4.14s; I Co 6.19
· Vivifica I Pe 3.18; Jo 6.63
3. Posterior a Salvação:
· Continua iluminando Ef 1.18
· Intercede Rm 8.26
· Assiste em nossa fraqueza Rm 8.26
· Dá poder At 1.8; Ef 3.16
· Santifica Rm 8.1-11; II Ts 2.13; I Pe 3.2
· Concede dons I Co 12.1-11; Rm 15.18ss; Hb 2.4
· Ensina Jo 14.26
· Produz verdadeira adoração Jo 4.24
· Ajuda em várias tarefas Jo 14.26
· Capacita Jo 16.13
D. Outros:
· Revela Ef 3.5; Mc 12.36; Jo 16.13; At 21.8
· Inspira as Escrituras II Pe 1.21; At 1.2; Lc 4.17-22
· Testemunha Jo 15.26; Rm 8.14ss; Hb 3.7
· Confessa a Jesus I Jo 4.1-6
· Transporta pessoas Ap 1.10; At 8.39
· Produz crescimento na igreja At 9.31
· Mostra quem é de Deus Rm 8.9
E. Diferenciação entre batismo e plenitude:
2. Plenitude: É estar cheio do Espírito Santo, ser controlado por Ele. devemos sempre buscar isto várias vezes. Ef 3.18
O Primeiro é imediato, instantâneo e só uma vez. Enquanto o segundo é o processo contínuo na vida do crente; ocorrendo assim várias vezes.
III. Dons:
A. Definição:
B. Posição quanto aos dons:
· As pessoas têm dons distintos uns dos outros; ninguém têm todos os dons Ef 4. 11; I Co 12.8-10; Rm 12.6-8
· É o Espírito que escolhe os dons dos salvos; e não eles mesmos I Co 12.11
· O objetivo dos dons é:
- Negativamente: não se enganar com falsas doutrinas Ef 4.14,15; I Co 12.1,2
· Os dons foram dados para a edificação; e não para se vangloriar ou humilhar os outros. Ef 4.12-16; I Co 12.7
· Em Atos 2:
- Os crentes ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas. v. 4
- Havia pessoas de diversos lugares v. 9.10
- Cada um ouvia o evangelho na sua própria língua v. 6,8,11
- Ele ficaram maravilhados com as grandezas de Deus v. 11,12
- Pedro aproveitou o momento para falar sobre a cruz de cristo v. 14 – 36
- Ouvindo isso a multidão, três foram convertidos v. 37 – 41
- Conclusão: Está que o objetivo foi a glória de Deus, e não dos homens. Foi necessário as línguas para mostrar que pela primeira vez; o Espírito Santo havia descido; e para que aquelas pessoas pudessem ouvir o evangelho na sua língua; compreendo o evangelho e se rendendo aos pés dele.
· Hoje não há mais necessidade de dons de línguas e outros dessa natureza; porque já temos a revelação completa da Palavra de Deus. I Co 13.10. Esses dons foram dados para atestar a revelação Hb 2.3-4
I. Anjos:
Natureza dos Anjos:
B. Termos Bíblicos:
· Arcanjo: Miguel Jd 9; Dn 10.13; I Ts 4.16
· Gabriel: significa intérprete Dn 8.16; 9.21; Lc 1.19,26
· Principados: Ef 3.10; Cl 2.10
· Trono, soberania: Cl 1.16
· Antoridades, poder, domínio: Ef 1.21; Cl 1.16
· Potestades: Ef 1.21; I Pe 3.22
4. Outros nomes:
· Seres celestiais: Sl 89.6
a) No Antigo Testamento: Gn 18; II Sm 24.16; Is 6.2; Ez 10.1-3; Dn 9.2-27; 10.13;12.1
b) No Novo Testamento: II Ts 1.7; I Pe 3.22 ; Mt 2.19; Mc 1.13; Lc 2.13; Jo 20.12;
c) Nos ensinos de Jesus: Mt 13.39; 18.10; 22.30; 25.31; Jo 1.51
2. Sua criação:
a) A realidade da sua criação: Os anjos são seres criados. Sl 148.5; Mt 22.30
b) O agente de sua criação: Foram criados por Deus. Jo 1.1-3; Cl 1.16
c) O tempo de sua criação: Foram criados antes da Terra. Jó 38.6-7 NVI
d) O estado original na criação: Santos. Gn 1.31; Mc 8.38; I Tm 5.21; Mt 25.41; II Pe 2.4
II. Anjos Bons:
a) Em relação a Deus:
b) Em relação as nações:
· Outras nações: Os anjos protegem governantes Dn 4.17, e influenciam seus líderes 10.21
c) Em relação aos filhos de Deus: Enviados para prestarem serviços. Hb 1.14
Protegem Êx 14.19; II Rs 6.15ss; Sl 34.7; 91.1,11s / Prestam assistência I Rs 14.19; Mt 18.10; Lc 15.10; Hb 1.14 / levam os mortos para o céu Lc 16.22 / Trazem mensagens e avisos At 10.3ss
d) Em relação a igreja: Cuidam delas, servindo de testemunhas
Viagiando a decência I Co 11.10 e a fidelidade à Palavra de Deus I Tm 5.21
2. Serviços específicos:
a) Em relação a Cristo:
· Durante sua vida: Alerta-Mt 2.13-15/direção-Mt 2.19-21/ministração-Mt 4.11/defesa-Mt 26.53
· Após sua ressurreição: Na pedra-Mt 28.1-2 / Anúncio-Mt 28.5,6 / Ascensão-At 1.10,11
· Na Segunda vinda: Arrebatamento-I Ts 4.16 / Segunda vinda-Mt 25.31 / Juízo-Mt 13.39s
b) Em relação aos ímpios:
· Infligem o juízo divino sobre os ímpios At 12.33; Ap 16.1
· Irão separar os justos dos ímpios no fim dos tempos Mt 13.39,40
c) Em relação a igreja:
· Salvação: Ajudam no evangelismo At 8.26; 10.13
· Observação: vêem o trabalho, os sofrimentos do cristão.
B. Destino: Estarão na eternidade adorando e servindo a Deus Ap 5.11-12
III. Anjos Maus:
A. Atividade:
2. Atua através dos que não pertencem a Deus Ef 2.2
3. Procura enganar as pessoas Gn 3.1,4; I Co 8.4 (idolatria); II Ts 2.4 (sinais); II Co 11.14
4. Eles nos acusam diante de Deus Jó 1.9,11; 2.4s; Ap 12.10
5. Procura reter os que são seus Lc 11.21s
6. Causam males aos homens: doenças-Jó 1.12-2.7; opressão-At 10.38; possesão-Mt 9.33; desequilíbrio mental-Mc 5.4s; tem poder da morte-Hb 2.14
7. Tenta os filhos de Deus At 5.2; I Ts 3.5; Mt 10.1
8. Procura destruir os crentes I Pe 5.8
9. Engana as nações Dn 10.13; Ap 16.13s; Is 24.21
10. Estão debaixo do domínio de Deus e sujeito às suas ordens I Sm 16.14; II Cr 18.18s; II Co 12.7
B. Destino:
C. Satanás:
Deus criou este anjo santo e perfeito. Dt 32.4; Is 14 e Ez 28; mas ele caiu
2. Nomes:
a) Satanás: adversário - 23x - At 5.3
b) Diabo: acusador, difamador Ap 12.10; Jo 6.70
c) Tentador: Induzir as pessoas Mt 4.3; I Ts 3.5; Lc 22.31s; Ap 12.9
d) Belzebul: Senhor das moscas, senhor das alturas – 7x
e) Belial: maligno
f) Antiga Serpente: II Co 11.3; Gn 3.4-13
g) Maioral dos demônios: Mt 12.24
h) Grande dragão: Ap 12
i) Leão que ruge: alguém para devorar I Pe 5.8
j) Deus deste mundo: II Co 4.4; Jo 12.31; 14.30
k) Maligno: Mt 6.3; 13.19,38; Jo 17.15
l) Apolion: abadom – destruidor Ap 9.3,11
m) Assassino, mentiroso: Jo 8.44; I Co 5.5; Hb 2.14; At 20.29
n) Pai: Jo 8.44; Ef 2.2
o) Acusador dos nossos irmãos: Ap 12.10.07
p) Lúcifer: a estrela da manhã Is 14.12
q) Inimigo: Mt 13.28s
3. Estratégia:
a) Torce as Escrituras Mt 4.1-11; Gn 3
b) Ignorância, cegueira II Co 4.4; Jo 8
c) Engano, ilusão II Co 6.13; Gn 3
IV. Possessão Demoníaca:
1.O crente não pode ser possuído: I Jo 5.18,19
2. Mas pode ser oprimido: II Co 12.7
B. Manifestação:
· Comportamento anti-social Lc 8.27; Mt 8.28; 17.15
· Tentativas de suicídio Mt 17.15; Mc 5.5
· Múltiplas possessões Mt 12.45
· Reconhecimento e rejeição de Jesus Mt 8.29-31; Mc 1.24-34; 5.7,9ss; Lc 4.41; 8.28,30
· Possuem animais Mt 8.31,32; Mc 5; Lc 8
C. Expulsão:
· Concedeu autoridade aos discípulos Mt 10.1
· Era necessário fé e oração Mt 17.19-20; Mc 9.29; 23s; 6.5s
I. Origem do Homem:
B. Características:
2. Ocorreu de forma direta e imediata - Criacionismo por FIAT (poder da palavra) Gn 1.27; 2.7
3. Envolveu dois aspectos: pó da terra e a costela de Adão.
II. Historicidade de Gênesis 1 e 2:
· Gn 2.7-23: Mostra como Deus fez o homem e a mulher – do pó da terra e da costela de Adão.
B. Outras provas:
· Gn 5.2; 2.22; 3.12 e Ec 7.28: Adão como um homem real.
· Lc 3.38: O paralelo entre Adão e outros homens.
· II Co 11.3; I Tm 2.13,14; Mt 19.1-10
III. Idade do Homem e da terra:
B. Terra:
· Provas: O adjetivo numérico com a palavra “dia”. 2o A referência à tarde e manhã em Gn 1. 3o A instituição do Sábado.
IV. Significado da Imagem de Deus no Homem:
2. Com a queda, a imagem se distorce, mas não perde: Gn 9.6; Tg 3.9
3. Na morte de Cristo há um recuperação gradual: Cl 3.10; II Co 3.18; Rm 8.29
B. Concepção da Imagem:
Ex: I Sm 6.5 – imagem de objetos são representações destes mesmos objetos.
Um foto representa alguém. Mas não é idêntica a pessoa.
· Nossa representação de Deus inclui a personalidade e os relacionamentos.
· A imagem de Deus em nós indica que pertencemos a Deus.
V. Constituição:
2. Argumentos:
· Em I Ts 5.23 e Lc 10.27 fala sobre a totalidade dos ser.
· Espírito e alma são usados para animais Ec 3.21
· Espírito e alma são usados intercambiavelmente Lc 1.46s
· Dois elementos são vistos Mt 6.25
· Alma é a totalidade da vida Mt 16.26.
· Há uma ênfase na alma Mt 27.30
B. Tricotonismo:
2. Argumentos: I Ts 5.23 (O homem tem corpo, alma e espírito) e Hb 4.12 (A palavra de Deus divide alma e espírito).
3. Resposta: Em I Ts 5.23 refere-se a totalidade do ser e não a divisão do homem. Senão como explicar Lc 10.27. Em Hebreus mostra que o poder da Palavra está em dividir o indizível.
C. Monismo:
2. Argumentos: Deus fez como uma unidade Gn 2.7
3. Resposta: E como fica o estado intermediário? Lc 16
D. Policotomista: O Homem é formado de várias partes: mente, coração, alma, espírito, corpo.
VI. Origem da Alma:
2. Argumentos: A alma vêm de Deus Sl 139.13s
3. Resposta: Deus descansou no sétimo dia, não diz nada sobre novas criações.
B. Preexistencialismo:
2. Argumentos: Deus criou tudo em seis dias, inclusive as almas.
3. Resposta: Entra em conflito com a vida eterna.
C. Traducionismo:
2. Argumentos:Gn 1.27; 2.3; Rm 5.12; I Co 15.22; Hb 7.9s.
Esta é a visão bíblica.
I. Definição de Termos:
A. Termos que enfatizam a causa:
2. Engano ou erro: Gn 3; Gn 20.1-7; 26.1-10; Os 4.12
3. Distração: Rm 5.19
B. Termos que enfatizam o caráter do pecado:
2. Irreligião (descrença): Rm 1.28
3. Transgressão: Rm 2.4; Sl 51,1ss
4. Impiedade ou falta de Integridade: Lv 19.15
5. Rebelião: I Rs 12.19
6. Traição: Hb 6.6
7. Perversão: Is 21.3; Rm 1.18
8. Abominação: Lv 18.22
C. Termos que enfatizam os resultados do pecado:
2. Mal, maldade: Sl 34.16; 51.4
3. Culpa: Nm 5.8
Na raça humana, o primeiro pecado foi de Adão e Eva, e isto trouxe sérias conseqüências.
4. Problema: Os 4.15s; Lc
II. Origem do Pecado:
2. Não foi causado por Deus: Deus fez Lucifer, mas Ele não causou o pecado. Tg 1.13-15
3. Adão e Eva: Na raça humana, o primeiro pecado foi de Adão e Eva, e isto trouxe sérias conseqüências. Mas este por sua vez, foi tentado a pecar. Gn 3.
B. Como começa o pecado hoje:
2. O Mundo: Jo 15.18,19 Este é outro instrumento de tentação. I Jo 2.15s
3. O Coração: Mt 15.19 Este último parte de nós mesmos. Temos à tendência para o pecado. Jr 17.9
C. A responsabilidade humana:
2. O homem tem certos desejos: O homem tem muitos desejos: desfrutar e obter coisas, realizações. Estes desejos não são pecados em si mesmos, mas quando isto torna-se uma obsessão é pecado. I Jo 2.16; I Tm 6.3-11
3. Temos a natureza pecaminosa: Todos temos à inclinação ao pecado. Rm 7.18; Gl 5.16-24. Por isso, só através dum ato sobrenatural de Deus, através do Espírito Santo pode-se ter a cura – conversão.
III. Universidade do Pecado:
B. Ensino do Novo Testamento: Ninguém é bom - Mt 19.17; Os discípulos eram maus - Lc 11.13; Todos são pecadores - Rm 1.18-3.20; 3.9-23
C. Evidências Indiretas:
1. As reivindicações que são feitas (arrependimento, conversão, etc)
2. Todos os heróis da Bíblia são descritos como tendo cometido pecado.
3. Todos morrem e a morte é resultado do pecado.
IV. Conseqüências do Pecado:
2. Culpa: Porque violou a lei de Deus, não foi fiel. Mt 5.48
3. Punição: É uma justiça retributiva. Gn 9.6
4. Morte: É uma separação. Tem 3 tipos: Morte física – término da existência num estado material Hb 9.27 e morte espiritual - separação de Deus Rm 6.23 e morte eterna – separação de Deus para sempre Ap 20.6 Mt 18.11; Lc 15.4,8,24
B. Afeta a nós mesmos:
2. Fuga da realidade: O homem vive tentando negar a realidade Rm 3.23
3. Negação do pecado: Colocamos outros nomes para acalmar a consciência Gn 3.11
4. Auto-engano: Tentamos nos enganar Jr 17.9
5. Insensibilidade: A consciência fica cauterizada I Tm 4.2
6. Egocentrismo: Pensamos demais em nós mesmos Ex: Roboão
7. Insatisfação e Realização: Todas as satisfações do pecado são temporária Ex: Amnom; Davi e Bate-Seba
8. Destruição de si mesmo: O pecado pode afetar nosso corpo Jo 9.3
C. Afeta o nosso relacionamento com outros seres humanos:
2. Inabilidade para ter empatia: Vemos tudo de acordo com a nossa vontade. Não pensamos nos outros. Fp 2.3-5
3. Rejeição de autoridade: Quer ser livre para fazer o que quiser. Não aceita autoridade. Ex: O filho pródigo
4. Inabilidade para amar: O alvo é satisfazer nossos desejos, e demonstramos interesse pelos outros por motivos egoístas. Ex: Pessoas que seguiam Jesus
V. Pecado Original:
É a dimensão do pecado com a qual nós começamos a vida. Rm 5.12-19
Teorias:
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Pelagianismo
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Arminianismo
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Calvinismo
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Pecado Original |
Rejeitava a doutrina do pecado
original; os homens podem escolher obedecer a Deus. |
Crê na predestinação
condicional. Deus predestinou salvar aqueles que haveriam de crer nEle. A
mesma está baseada na presciência. |
Afirmou a depravação total dos
homens, depois da queda.
|
|
Vontade Humana |
O homem tem vontade livre. A
queda não afetou a humanidade. |
A vontade do homem está
incapacitada pela queda de fazer qualquer coisa boa.
|
Livre-arbítrio significa fazer
o que o homem deseja; o mesmo só deseja pecar.
|
|
Relação com Adão |
A única influência de Adão foi
o mau exemplo. |
A inabilidade recebida de Adão
é física e intelectual, mas não volitiva. |
Existe uma conexão definida
entre o pecado de Adão e o de todas as pessoas. |
|
Graça |
Graça é a capacidade dada por
Deus para o homem livremente obedecê-lo. |
Então, Deus dá a ele uma graça
preveniente.
|
Graça é absolutamente
necessária. Sem a ação de Deus, nunca escolhemos o bem. a salvação depende
unicamente de Deus. |
Ligação entre Adão e nós:
Tivemos um participação com Adão, tanto federal Rm 5.12s; como natural Hb 7.9s. Em Adão fomos feitos pecadores, e recebemos a natureza pecaminosa.
Pecado herdado:
1. Culpa herdada: Somos culpados por causa do pecado de Adão Rm 5.12
a) Todos os dias cometemos pecados voluntariamente Rm 2.6
b) Se estivessémos no lugar de Adão, faríamos o mesmo.
c) Se achamos injusto que Adão nos represente; também devemos achar injusto que Cristo nos represnte.
2. Corrupção herdada: Temos um natureza pecaminosa por causa do pecado de Adão Sl 51.5; 58.3; Ef 4.18
a) Na nossa natureza, carecemos totalmente de bem espiritual perante Deus Rm 7.18; Tt 1.5; Jr 17.9; Ef 4.18
b) Nos nossos atos, somos incapazes de fazer o bem espiritual perante Deus Rm 8.8; Jo 15.5; Hb 11.6; Ef 2.1-2
I. Definição de Termos:
B. Chamada Geral:
C. Chamada Efetiva:
E. Conversão:
F. União com Cristo:
· Várias experiências compartilhamos com Cristo: sofrimento Rm 8.17; crucificação Gl 2.20; morte Cl 2.2; sepultamento Rm 6.4; revitalização Ef 2.5; ressurreição Cl 3.1; glorificação Rm 8.17.
· Essa união é judicial, espiritual Rm 8.9-11 e vital Rm 12.2
G. Justificação:
· Deus é o nosso juiz Sl 9.4; É Ele quem nos justifica Rm 8.33-34; 3.21-30; 5.1
H. Adoção:
I. Santificação:
J. Segurança e Preservação:
K. Glorificação:
II. Os cinco pontos do Calvinismo:
Rm 3.10-12, 23; Ef 2.1s
Eleição Incondicional - ela é condicionada pelo conselho da vontade de Deus
Rm 9.20s; Jo 15.16; Ef 1.4s
Limitação da expiação – a morte de Cristo foi só pelos eleitos, não por todos
Ef 1.4-5; Jo 15.1; Jo 17.6,9; Ef 5.250
Irrestibilidade da graça – o eleito sempre responderá a graça divina
Jo 6.37
Perseverança dos santos – a salvação depende de Deus
Jo 6.37; 10.28; Rm 8.38s
I. Igreja Universal:
O corpo inteiro daqueles que, pela morte de Cristo foram salvos, desde o pentecostes ao arrebatamento. Ef 1.22-23
B. Início da Igreja:
1. Evidências que começou no Pentecostes:
· Lucas não usa a palavra eclesia no evangelho, mas cita 24 em Atos.
· Cristo foi o cabeça da igreja após a ressurreição. Ef 1.22s
· Os dons foram dados após a ascensão Ef 4.7-12
· O ministério dum corpo, incluindo os gentios, só foi revelado no tempo dos apóstolos. Ef 3.5s; Cl 1.26s.
· O fundamento da igreja é Cristo. I Pe 2.3,6; I Co 3.11
· A igreja é edificada sobre o ensino dos apóstolos. Ef 2.20
2. Como sabemos que começou no Pentecostes:
· At 1.5 – Até aqui não tinha o batismo no Espírito Santo.
· At 2.4 – O batismo acontece no pentecostes.
· Pedro se refere ao Pentecostes como sendo um princípio. At 11.15,16
· O batismo acontecendo já na igreja: At 2.46s
C. Termos usados para Igreja:
1. O uso da palavra em Português:
· Uma denominação religiosa
· Uma congregação local - I Co 1.2; Cl 1.2
· O corpo de Cristo – igreja universal. I Co 12.13; Ef 1.22s
2. O uso grego (eclesia) – chamado para fora:
· A congregação de Israel no deserto – At 7.38; Ef 2.9s
· Um grupo de crentes que se reúnem em certo lugar – I Co 1.2
· A igreja universal, corpo de Cristo – Mt 16.18; Ef 1.22s; Cl 1.18
3. Imagens Bíblicas:
· Corpo de Cristo: Cl 1.16-18
· Templo do Espírito Santo: I Co 12.13
· Outros: rebanho – At 20.24-34; lavoura de Deus – I Co 3.5-9; Sacerdócio – I Pe 2.9
D. Relacionamento entre Igreja/Israel e Igreja/Reino de Deus
· Igreja e o Reino: O reino contém a igreja. Mas a igreja não é o reino. A igreja é uma testemunha do reino. É também instrumento e garantia para o reino. São distintos: Cl 1.13; Ap 20.6
· Igreja e Israel: São duas entidades eternamente separadas com Deus trabalha de diferentes modos. Rm 11.25; Mt 16.18; I Co 10.32.
II. Igreja Local:
B. Missão:
· Edificação: Envolve comunhão, compartilhar, disciplina, instrução e dons. Ef 4.12-16
· Adoração: Adorar a Deus pelo que Ele é e faz. I Co 16.2
· Ação Social: Envolve ajudar e condenar a injustiça. Lc 10.25-37
C. Membresia:
D. Governo:
2. Episcopal:
· A igreja não pode existir sem bispos; pois eles representam Deus. Há dioceses, ministros, doutrina.
a) Argumentos:
· Cristo: autoridade Mt 28.18-apóstolos e outros
· Tiago-destaque
· Sucessão apostólica
b) Objeções
· Não tem sucessão apostólica.
· Não tem distinção entre bispos e anciãos At 20.17,28
· Não Jesus
3. Presbiteriana:
· Presbiterianos e Reformados
a) Argumentos
· Sinagoga
· Preservar ensinos do NT
b) Objeções:
· Tira a participação dos membros.
· Não há distinção entre bispo e presbítero
4. Congregacional:
· Possui Autonomia e autogovernada
· Também há: Democracia: Participação individual lI Pe 2.9
a) Argumentos:
· Jesus ensinou Lc 22.25
· É responsabilidade da igreja, a disciplina. Mt 18.15-17
· As cartas de Paulo.
· Valor da ordem: I Co 14.40; Sacerdócio dos crentes Rm 5.1-5; Pessoa importante; Suprema autoridade – Deus
· A igreja cuida de seus membros I Co 5.1-13
· A igreja elege seus líderes At 6.1-6; 14.23
· A igreja envia missionários At 13.1-4
· Os dons foram dados a todos I Co 12
· A igreja é a autoridade suprema que Cristo deixou na terra Mt 18.17
b) Objeções
· Há distinção entre bispo e anciãos
· Cartas de Ap a anjos
5. Não – governamental:
d) Argumentos
e) Objeções
E. Oficiais:
b) Qualificações: I Tm 3.1-7; Tt 1.5-9
c) Responsabilidades: Pastorear: At 20.28; I Pe 5.2/ Administrar: At 20.28 e I Tm 5.17; Educar: I Tm 5.17; Tt 1.9
2. Diáconos:
e) Qualificações: I Tm 3.8-13
f) Responsabilidades: At 6.2-4; I Tm 3.8-13. Em geral: aquilo que deixa o pastor livre para oração. Especificamente: liderança aos diversos ministérios e cuidar de necessidades materiais.
F. Ordenanças: Um ordem dada por Cristo a sua igreja
1. Batismo:
· Importância: - Jesus mandou Mt 28.18s; - Marca o início da vida cristã.
· Visão: É um símbolo do que ocorre no crente. Um memorial.
· Significado: É uma proclamação poderosa do que Cristo fez, testificando de sua morte e ressurreição. Rm 6.3-5
· Assunto: Mt 19.13-15 Não prova o batismo infantil
· Modo: Imersão: - A igreja primitiva fazia assim/ - O significado da palavra/ Representa melhor a Cristo-Cl 2.12/ Baseia no batismo do Espírito Santo: Rm 6.3s/ Evidência Jo 3.23; Mt 3.5s,11; 21.25; Mc 1.10; At 8.38s
· Recipientes: Aqueles que têm aceito Cristo como Salvador. Mt 28.19; At 2.41
2. Ceia:
· Estabelecido por Cristo: I Co 11.13-29; Lc 22.19-20
· Particada pela igreja primitiva: At 2.42; 20.7
· Necessidade de repetição: I Co 11.24-25
· Proclamação: I Co 11.26
· Benefício espiritual
· Restrição: I Co 11. 27-34 Só aos discípulos
· Dimensão horizontal
· Presença de Cristo – representa Cristo
· Eficácia do rito – É apenas uma lembrança; e não algo místico
· Administrador – Pode ser algumas pessoas qualificadas para isto
· Recipientes – Somente as pessoas batizadas e que estejam em comunhão com Deus. I Co 11.27-29; At 2.41s; Mt 28.19s.
· Elementos – Pão e vinho ou suco.
G. Disciplina:
· A doutrina falsa I Tm 6.3-5; II Tm 2.14-26
· O comportamento desordenado II Ts 3.6,14
· Um espírito faccioso Rm 16.17-18
· A impenitência Mt 18.15-17
2. Exemplo de disciplina na igreja:
3. Os objetivos da disciplina:
· Purificação da contaminação do pecado I Co 5.6
· Advertência dos outros I Tm 5.20
· Restauração do irmão errante Gl 6.1; II Co 2.5-8; II Tm 2.26
· Arrependimento: II Tm 2.25
· Livramento do laço do diabo: II Tm 2.26
4. As atitudes bíblicas da disciplina:
· Compaixão II Ts 3.15
5. Os passos bíblicos de disciplina (Mt 18.15-17):
· Encontro com as testemunhas v.16
· Encontro diante da igreja v.17
H. Associação com outras igrejas:
· A igreja é o Corpo de Cristo
· Um só Senhor
· Uma só doutrina
· Um só Espírito
· Uma só Esperança
· Uma só fé
2. Bases para nós termos Associações:
· A Associação depende das igrejas.
3. Princípios bíblicos para Associações:
· At 11.1-4 – Pedro e Cornélio
· At 11.19-22 – A igreja resolve mandar Barnabé em Antioquia
· At 11.27-30; 12.25 – A igreja de Antioquia manda ajuda para a igreja de Jerusalém.
· Rm 15.26; II Co 8.1-24 – Fala: “as igrejas”. Princípio de relacionamento entre as igrejas.
· At 15 – Concílio das igrejas
· Rm 16.5-16; esp. 5,14,16 - Cidade de Roma
· Cl 4.16 – Epístola compartilhada
Deus mesmo faz separação:
· Gn 1.4 – luz e trevas
· Gn 12 – Abraão de sua família
· Êx 34.12-17 – Deus ordena o povo a se separar
· Lv 20.24-26 – Deus diz que separou o povo dEle de outros povos.
· Dt 7.1-7 – Associação com Deus, implica em certas separações.
· Js 23.6-8 – Exortação para o povo se separar
· I Rs 11.1-8 – Exemplo negativo de que Salomão não desviou da idolatria
· II Cr 18.19 – Exortação a Josafá de sua aliança com Acabe.
· II Cr 19.2 – “Separação dentro do povo de Deus”.
· Ed 9.1; 10.12; Ne 13.23-25 – Ordens divinas para se separar.
2. No Novo Testamento:
a) É exigido separação do mundo. I Jo 2.19
· Essa separação vai transformar sua mente Rm 12.1-2
· Essa afeição leva a uma separação II Co 6.14-16
b) Separação Eclesiástica propriamente dita:
· Dos que tem ensinos errados. II Tm 2.16-19; II Jo 7-11; Rm 16.17s; Tt 3.9-11; I Tm 3.5,11; At 20.28-31; I Tm 6.3-11; 2.14-26
I. Individual: Coisas que acontecerão a todo indivíduo.
A. Estado Intermédiario (evidências): É o estado intermediário entre o final do 1o estado (morte) e o corpo glorificado (início do estado final). Lc 23.43; II Co 5.8; Fp 1.23
1. Salvos: Estarão no seio de Abraão Lc 16; ladrão na cruz; Paulo; Estevão
2. Não-salvos: Estarão no inferno Lc 16; depois para o lago de fogo Ap 20.14
B. Morte:
1. Realidade: É inevitável Hb 9.27. Todos morrem. Morte é o processo de decadência dos nossos corpos.
2. Natureza:
a) Física: É a separação do corpo e alma. Mt 10.28; Ec 12.7
b) Espiritual: É a inabilidade de responder aos desígnios de Deus. Ef 2.1s; Jo 5.24s
c) Segunda Morte: É a separação eterna de Deus. Ap 20.6
3. A morte física é natural?
· A morte é algo estranho ao indivíduo. Não é natural.
4. Efeitos da morte:
b) Para os salvos: É a libertação da maldição da morte. I Co 15.54-57
II. Cósmica: Eventos simultâneos
A. Ordem dos Eventos:
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Arrebatamento: I Ts 4.13-18 |
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Tribunal de Cristo: Rm 14.10 |
Tribulação Dn 9.26s; Ap 6-20 |
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Bodas do Cordeiro: Ap 19.7-10 |
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Armagedom: Ap 19.17-21 |
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Revelação de Jesus Cristo: Ap
19.11-16 |
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Satanás é preso: Ap 20.1-3 |
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Juízo das nações: Mt 25.31-36 |
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Ressurreição dos Santos do AT-
Dn 12.2 e da tribulação-Ap 20.4 |
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Milênio Ap 20.6 |
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Satanás é solto Ap 20.7 |
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Gogue e Magogue Ap 20.8-9 |
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Satanás é lançado no lago de
fogo Ap 20.10 |
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Ressurreição dos ímpios Ap
20.11-15 |
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Grande Trono Branco Ap 20.11-15 |
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Novos céus e nova terra: Ap
21-22 |
Lago de fogo eterno Ap 21.8 |
B. Posição quanto ao Arrebatamento: Há cinco posições:
1. Pré-Tribulacionista: Cristo arrebata a sua igreja antes da tribulação.
2. Pós-Tribulacionista: Cristo busca a sua igreja depois da tribulação.
3. Mid-Tribulacionista: Cristo arrebata a sua igreja no meio da tribulação.
4. Atribulacionismo: Não tem um período especial; mas a tribulação está acontecendo agora.
5. Arrebatamento Parcial: Só é arrebatado aqueles que se mantém obedientes, e o restante aguarda a ressurreição.
Mas a posição Bíblica é Pré-Tribulacionista: Ap 3.10; II Ts 2.1-6
a) Ap 3.10: .... também eu te guardarei da hora da provação...
· A preposição da: de + a. Mas de 800 vezes significa fora de; indicando que a igreja está fora da tribulação.
· Os santos da tribulação sofrerão: Todos os que estarão na tribulação sofrerão; mas Deus disse que guardaria a sua igreja de sofrimento.
b) I Ts 4.13-16:
· Se a tribulação acontecesse antes, eles estariam preocupados com eles mesmos; e não com os mortos. Também eles não desejariam tanto o arrebatamento.
c) I Ts 5.1-11:
· O conforto: Os irmãos estarão livres; não passarão pela tribulação.
d) II Ts 1.5-10:
· No arrebatamento será bem diferente.
e) I Ts 5.6-9; Lc 12.35-40:
f) O propósito da tribulação não inclui a igreja:
· Purificar a Israel Jr 30.7; Zc 8
g) O caráter da tribulação é judaico:
· 144 mil das tribos.
· Salvos nesta época: judeus e gentios
C. Posição quanto ao milênio: São três posições:
1. Amilenista: Cristo já está reinando hoje nos corações, o milênio, não é um período de mil anos; não é literal
2. Pós-milenista: Há uma salvação de um grande número de pessoas, Cristo volta à terra no fim o milênio; e nós estabelecemos o milênio. O milênio é literal.
3. Pré-milenista: Há um milênio literal. Cristo volta para reinar no milênio e é Ele quem estabelecesse o milênio; o arrebatamento o precede.
Mas a posição Bíblica é Pré-milenista:
· A promessa de um novo pacto com Israel, leva-nos à interpretação pré-milenista. Jr 31.33s
· A promessa da continuação de Israel, como uma nação, leva-nos à interpretação pré-milenista. Jr 31.35-47
· A promessa da terra de Israel como possessão perpértua, leva-nos à interpretação pré-milenista. Gn 15.18-21; 17.7s
· A promessa de um reino eterno a Davi, leva-nos à interpretação pré-milenista. II Sm 7.2; II Cr 29; Sl 89
· A promessa do reino do Messias sobre o trono de Davi, leva-nos à interpretação pré-milenista. Is 9.6-7; Lc 1.32s
· Cristo se refere a este reino. Mt 20.20-33
· Romanos 11.25-32 – Trata da futura restauração de Israel, interpretando passagens proféticas do VT neste sentido (relativo ao futuro reino de Israel).
· Apocalipse 19 - 20.1-10: Claramente ensina o fato do futuro reino milenar de Cristo – colocando este reino após a Segunda vinda de Cristo.
· O ponto de vista premilenista foi o da igreja primitiva – que Cristo viria a Segunda vez, e estabelecia na terra o Seu reino. Papias (165 a.C.); Policarpo (155 a.C.)...
3. Evidências:
§ O relato de Mateus e Lucas: Mt 1.1-25; Lc 1.26-38
§ Desde cedo se cria que Jesus não era filho de José.
§ Afirmação das pessoas da época. Mc 6.3
Autoridade:
· Bíblia, a única regra de fé e prática II Tm 3.16
· Autonomia da Igreja Local Mt 1.15-17
· Separação da Igreja do Estado Mt 22.21
Estrutura:
· Membresia Regenerada At 2.41,47
· Duas Ordenanças:
2. A Ceia do Senhor Mt 26.26-28
· Dois Ofícios:
2. Diáconos I Tm 3.8-13
Indivíduo:
· Segurança da Salvação Jo 10.28,29
· Sacerdócio do Crente I Pe 2.5,9
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Evangelicalismo: Movimento no
cristianismo moderno que transcende as barreiras denominacionais e
confessionais, enfatizando a conformidade com as doutrinas básicas da fé e um
alcance missionário de compaixão e urgência. Quem se identifica com esse
movimento é um evangélico conservador que crê no evangelho de Jesus e o
proclama. Pois o mesmo afirma as crenças centrais do cristianismo histórico. |
|
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Liberalismo: Também
conhecido como modernismo; ele é a grande mudança de pensamento que ocorreu
no séc. XIX. Sua característica principal é o desejo de se adaptar a religião
à forma de pensar moderna. Criam que o homem pudesse chegar à perfeição e
tinham um conceito diluído de Deus. Pois Segundo este movimento, Ele não é
transcendente, mas está presente em tudo o que ocorre. Com a 1o
guerra mundial começou-se a duvidar deste conceito. |
|
|
Neo-Ortodoxia: Surgiu como
reação ao Liberalismo, procurando interpretar a fé cristã a partir da
filosofia existencialista. Enfatizava algumas doutrinas da ortodoxia
(transcendência de Deus, revelação, pecado, salvação pela graça); mantendo
porém, alguns aspectos de abordagem literal, como o criticismo bíblico. |
Fundamentalismo: Um movimento que surgiu nos
Estados Unidos depois da 1o Guerra Mundial, para reafirmar o
cristianismo ortodoxo e de defendê-lo contra os desafios da teologia liberal,
da alta crítica alemã, do darwinismo e de outros pensamento danosos. Afirmavam: Inerrância das
Escrituras, Jesus: Nascimento Virginal, Expiação Vicária, Ressurreição
Corpórea e Historicidade dos Milagres. |
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Neo-Liberalismo: Reinterpretação do
Liberalismo, muito parecido com os Neo-Ortodoxo. São mais sentimentais,
empíricos que os liberais. E tem uma busca maior de Deus. |
Neo- Evangelicalismo: Movimento que surgiu em reação
ao fundamentalismo quanto à doutrina. Possuem um discurso menos separatista,
dando muita ênfase à ação social. São anti-separatistas. |
Ecumenismo
Movimento recente que surgiu com o
propósito de união, segundo eles afirmam. Querem unificar a moeda, o governo,
a comunicação. Enfim Quase tudo. Isto também começou no meio evangélico.
Afirmam que todos nós devemos ser uma única religião, a favor do mínimo
denominador comum. Porém, na Palavra de Deus é claramente expresso que não
devemos nos misturar com quem não tem as mesmas doutrinas bíblicas. I Co
5.9-13; II Tm 3.5s; Tt 3.10,13 |
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Pentecostalismo
Ênfase demasiada no Espírito Santo.
Para os mesmos há dois tipos de batismo do Espírito Santo. Um no momento da
conversão que todos recebem e outro posterior à salvação que os crentes devem
buscar, para receber os dons do Espirito Santo. E a prova que a pessoa
recebeu o Espírito é o Dom de línguas. Porém, a Bíblia afirma somente um
batismo no Espírito Santo que ocorre no momento da conversão. Exemplo: Cornélio.
Também não é preciso buscar os dons, pois é o Espírito que dá conforme a sua
vontade. I Co 12. Além disso, o mais importante é o amor, e não os dons de
língua, diz a Bíblia. I Co 13 |
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Carismatismo
Movimento parecido com o
pentecostalismo, porém não dão tanta ênfase aos Dom de línguas. Mas a todos
os dons de sinais e milagres. |
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Whatsapp: +258 84 543 1425
missrosangelafeitosa@gmail.com
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