Exame Doutrinário por Rosangela da Silva Feitosa

Exame Doutrinário
Seminário Batista do Cariri
 
22/11/07 Quinta-Feira
Organizado por Rosangela da Silva Feitosa
 
Bibliologia
I.                 Revelação:
A.  Definição:
É a auto-manifestação de Deus; do que Ele é ou faz, de tal maneira que o homem possa manter comunhão com Ele. E ele não poderia saber de outra maneira.
B.   Tipos de Revelação (definição e modos):
1. Geral:
a)      Definição: É a comunicação de Deus de si mesmo a todas as pessoas em todos os tempos e lugares.
b)     Modos: Natureza: Sl 19.1; Rm 1.19sss; História ou Providência: At 14.17; Homem: Rm 2.14s = b1 Consciência – processo moral b2 Sua Religiosidade
2. Especial:
a)      Definição: É a comunicação particular de Deus de si mesmo a algumas pessoas em certos tempos e lugares; possibilitando-os a um relacionamento redentivo com eles.
b)     Modos:
Eventos Históricos:  Jo 14.9, Js 4.24, Êx 7.3-5, 8. 10-13, 9.14-16, 10.2 e Ez 36.23.
Falar Divino: Ez 12.1,8,17,21,26; Jr 18.1; Os 1.1; Jl 1.1; Am 1.1. Discurso audível Jz 13.3 Ouvir interior Ex: Salmos sonhos e visões Gn 37.5-10, At 10.9-10 inspiração concursiva I Co 7.40; 11.23; Fm interpretação do evento Ex: A interpretação da morte de Cristo.
Encarnação: Jesus é o maior modo de revelação: sua vida e seu discurso foi revelação. Jo 14. 9 e I Jo 1.1. Bíblia: II Tm 3.16; II Pe 1.18-21
C.  Necessidade:
1.      A finitude do homem e a infinide de Deus. Is 55.8s
2.      Para que o homem conheça a Deus, é necessário, que Ele mesmo se revele.
3.      Revelação Especial: A queda. Rm 1.18
D.  Aspectos:
1. Geral:
Genuinidade: Existe / Eficácia: não funciona, e não pode salvar o homem.
·         Há uma revelação válida, objetiva e racional para qualquer pessoa.
·         O pecado manchou a revelação geral (Gn 3.17-19); impediu a percepção desta revelação (Rm 1.21).
·         Não capacita o incrédulo a ter conhecimento salvífico pela revelação natural.
·         Por causa do pecado, se faz necessário o uso dos “óculos da fé”.
2. Especial: Estilo:
a)      Pessoal: Um Deus pessoal revela-se a pessoas. Ex: Ele diz seu nome em Êx 3.14
b)     Antrópica: Deus revela-se em linguagem humana. Ex: grego Koinê; Is 59.1; Sl 11.4
c)      Analógica:  Deus usa verdades conhecidas por nós para nos mostrar verdades divinas desconhecidas por nós.  Ex: Deus é meu Pai, meu pai é Edimundo. Sentido Univocal: Um termo empregado num só sentido. Sentido Equivocal: Um termo empregado em vários sentidos diferentes.
d)     Progressiva: Deus se revelou passo a passo. Ex: Hb 1.1-3
e)      Proposicional: Deus se revelou através de proposições. E: Jr 36.27-32.
 
 
 
II.            Inspiração:
A.  Definição:
É a influência sobrenatural do Espírito Santo, dada por Deus, sob os autores humanos, para que, usando suas próprias personalidades, eles compusesssem e registrassem a Sua revelação, sem erro, nas palavras dos manuscritos originais.
B.   Necessidade: Preservação da revelação Jo 20.31
C. Evidências: Reivindicações Bíblicas:
1.      Textos diretos: I Pe 1.19-21 e II Tm 3.15,16
2.      Deus falou por boca de pessoas: At 1.16, 3.18, 21
3.      A consciência dos Escritores: Mq 4.4; Jr 30.4; Is 8.11; Am 3.1
4.      O testemunho de Jesus: Jo 10.35; Mt 5.18
5.      Os apóstolos pensavam assim: At 4.24,25; Hb 3.7; 4.3.
C.   Aspectos:
A.    Verbal: O Esp. Santo guiou na escolha das próprias palavras. Mt 5.18; Gl 3.16; Jr 26.2; 36.2
B.     Plenária: toda a Bíblia é igualmente inspirada. II Tm 3.16; Jo 10.35
·         V.T. II Pe 1.19-21: a profecia é inspirada; At 3.22: a lei é tida como profecia;  Jo 10. 33-35: os Salmos são tidos como Lei e Escritura. Lc 24.44,45: classifica “Escritura” como sendo o AT.
·         N.T. II Pe 3.16: Os escritos de Paulo estão no mesmo nível das demais Escrituras. I Jo 4.6; Ap 22.18; I Ts 1.5 e 2.13.
III.       Inerrância:
A. Definição: A  Bíblia é completamente verdadeira.
B. Necessidade: Importância da Inerrância:
·         Assegurar a confiabilidade das Escrituras como fonte de conhecimento de Deus.
·         Podemos ter total confiança na Palavra de Deus; mesmo quando não conseguimos explicar algo.
C. Evidência: Jo 17.17; Is 45; Jo 10.35
D. Abrangências:
Conceitos de Inerrância:
a)      Inerrância Absoluta: Tudo é verdadeiro, inclusive os detalhes.
b)     Inerrância Completa: Tudo é verdadeiro, mas o alvo não é relatos históricos.
IV.        Iluminação:
A. Definição: É o ato do Espírito Santo em esclarecer as verdades divinas ao homem de tal maneira que este possa compreender a mensagem de Deus. Ef 1.18
B. Necessidade:
1. A diferença Ontológica entre Deus e a humanidade. 2. A pecaminosidade humana. 3. Os seres humanos requerem certeza.
C. Evidências:
1. Da necessidade: Mt 13.13ss; Mc 8.18; Rm 1.21; 11.8ss; II Co 4.4; I Co
2. Da realidade de Iluminação: Ef 1.18; II Co 3.16,18.
3. Outras formas de Falar da Iluminação: Rm 2.29; Cl 1.9; I Jo 5.20; Jo 10.
D. Aspectos:
1.      O Momento da Iluminação:
a)      I Ts 1.5; 2.13 – o valor da Palavra por Paulo e pelos Tessalonicenses.
b)      Ef 3.14-19 – a oração de Paulo pelo fortalecimento dos Efésios.
2.      O que é feito na Iluminação: Jo 14-16
a)      O Espírito Santo ensina. b) O Espírito Santo testemunha. c) O Espírito Santo convencerá o mundo da justiça, do juízo... d) O Espírito Santo guiará os crentes em toda a verdade.
V.             Outros Aspectos:
A.  Autoridade:
            É a expressão da vontade de Deus para nós, possui o direito, supremo para definir o que nós devemos e como devemos nos conduzir.
1. Necessidade:
Para a Bíblia funcionar como se Deus estivesse falando a nós.
2. Evidências:
·         A autoridade é confirmada no uso que Jesus fez para responder a Satanás. Mt 4.4, 7-10.
·         Como também Jesus a usou para responder aos seus opositores. Mt 22.29; 31-33
3. Abrangências:
a)      Tipos de Autoridade:
Autoridade Imperial: posicional / Verdadeira Autoridade: conhecimento
b)     Outros aspectos:
·         Há alguma pessoa, instituição ou documento que possuam o direito de prescrever crença e ação em assuntos religiosos? Deus é a autoridade por causa de quem Ele é.
·         Como Deus exerce essa autoridade? Indiretamente: Através da Bíblia.
·         Há uma obra interna do Espírito Santo iluminando o crente.
·         A Palavra objetiva, a Bíblia escrita, junto com a Palavra subjetiva, a iluminação interna e a convicção constitui a autoridade.
·         Pode haver algum conflito entre a Bíblia e a razão?  A Bíblia é a nossa autoridade legislativa suprema. Ela nos dá o conteúdo, e usamos a razão para o mesmo.
·         A tradição pode nos ajudar a entender a Bíblia. Mas ela não tem mais peso que a Bíblia.
·         Precisamos ver o que é permanente para sabermos, o que é para nós hoje.
B.   Cânon:
1. Definição: É o reconhecimento dos livros inspirados por Deus.
2. Evidência da canonicidade dos 39 livros do AT:
·         Os próprios livros reivindicam autoridade divina. Sl 149.9; Dn 9.2
·         A ordem para ler a Escritura aparece cedo. Êx 24.7; Dt 17.18,19; Js 24. 25-26; Jr 3.12
·         Foram reconhecidos no NT: II Tm 3.16; II Pe 3.15
·         Era reconhecido desde aquela época. I Ts 5.27
·         Paulo e os outros apóstolos citaram o VT, implicando apoio ao cânom do VT. Rm 10, Ef 3
·         Jesus afirmou a autoridade deles. Lc 11.51; Mt 23.35; Lc 24.44; Mt 5.17-18; Lc 11.51
·         Foram reconhecidos oficialmente do sínodo de Jâmia em 90 d.C.
3. Evidência da canonicidade dos 27 livros do NT:
·         A autoridade que os livros reivindicam. I Co 14.37; I Ts 5.27; Cl 4.16 e Ap 1.3.
·         As afirmações da igreja: Pais eclesiásticos
·         O Concílio de Cartago (397 d.C.) reconheceu o cânon completo.
4. Quatro razões para a exclusão dos livros apócrifos:
·         Não se encontram no cânon judaico
·         Nenhum ramo da igreja os aceitou como canônicos durante 150 anos.
·         Seu conteúdo indica que não são inspirados, pois há erros doutrinários, geográficos e cronológicas e contradições com as demais Escrituras ( 2o Macabeus 15.38)
VI.        Finalidade das Escrituras:
·         Apresentar a pessoa de Cristo, para que o homem crendo nEle, tenha a vida eterna. Jo 20.31; Lc 24.26-27
 
 
Teologia Propriamente Dita
I.                 Pessoa:
A.  Atributos:
1. Definição: Qualidades de Deus que constitui quem Ele é.
2. Especificação: Podemos dividir os atributos em dois grupos:
a)     Atributos de Grandeza:
·         Espiritualidade: Deus é incoporal e imaterial. Jo 4.24; I Tm 1.17 e 6.15-16
·         Personalidade: Deus é individual, com auto-consciência, vontade própria, capaz de sentir, escolher, e tem uma relação recíproca com outros seres. Ele tem nome: Êx 3.14
·         Vida: Deus é auto-existente; não-causado. Seu nome: Êx 3.14. Quando comparado com outros seres, é visto como um Deus vivo. Jo 5.26; I Ts 1.9; Jr 10.10
·         Infinitude: Deus é ilimitável quanto ao tempo e espaço, etc. Espaço: At 17.24-27; Hb 4.13; Sl 139.7-12; Tempo: Sl 90.1-2; Conhecimento: Pv 15.3; Sl 139.1-6; Poder: Gn 17.1; Liberdade: Ef 1.5
·         Constância: Deus não muda no seu Ser, soberania e propósito. Ml  3.6
b)     Atributos de Bondade:
-         Qualidades morais:
·         Santidade: Deus é distinto de sua criação. Êx 15.11; Is 6.1-4; I Sm 2.2. Não há nada igual. e Ele tem pureza absoluta; está intacto do mal do mundo. Hb 1.13; Tt 1.13
·         Retidão: A lei de Deus é tão perfeita quanto Ele. Sl 19. 8; 9.8
·         Justiça: É a sua retidão oficial. Sl 73
-         Integridade:
·         Genuidade: Deus é a verdade. Jr 10.5; Ap 3.10 e Jo 17.3
·         Veracidade: Deus fala a verdade. Tt 1.2;  Jo 17.17
·         Fidelidade: Deus pratica a verdade. Nm 23.19; I Ts 5.24; II Tm 2.13; I Co 1.9
-         Amor:
·         Benevolência: A preocupação pelo bem-estar de quem Ele ama. Jo 3.16; Dt 7.7-8; I Jo 4.7s
·         Graça: Deus nos dá o que não merecemos. Êx 34.6; Ef 1.5-8; 2.7-9; Tt 2.11; 3.3.
·         Misericórdia: Deus não nos dá aquilo que merecemos. Ele tem compaixão. Sl 103.13; Dt 5.10;  Sl 57.10; Mc 1.41; Mt 14.14; 9.33-36; 6.34; Lm 3.22s; Sl 103.8
·         Persistência: Qualidade de Deus que não desanima em amar seus filhos. Sl 86.15; Rm 2.4 ; 8.38s; 9.11
B.   Transcendência e Imanência:
1. Transcedência: Deus é distinto da criação. Is 57.15; 55.8-9; 6.1-5; Sl 113.5-6 e Jo 8.23.
2. Imanência: A presença de Deus dentro da atividade humana, na natureza, e na história. Jr 23.24 (universo); Sl 104.29-30; Ag 2.4; Mt 5.45; Is 57.15
C.  Trindade:
São três pessoas reunidas numa só essência.Um só Deus que subsiste em 3 pessoas
1. A unicidade de Deus: Êx 20.2s; 4; Dt 6.4-5 ; Tg 2.19; I Co 8. 4,6; I Tm 2.4s; Jo 10.30; 14.9; Dt 44.6
2. Três são chamados de Deus:
a)      O Pai é Deus: Mt 6.26-34; 19.23-27; 27.46; Mc 12-17; 24-27; Ef 1.4
b)     O Filho é Deus: Jo 1.1; Fp 2.5-11; Hb 1.2ss.
c)      O Espírito Santo é Deus: At 5.33; I Co 3.16ss; Jo 3.8; II Co 13.13; Mt 28.19.; Sl 139.7ss
3. Os Três em Um:
·         No versículo: I Jo 5.7 confira com Jo 1.1
·         A palavra elohim é plural, usada para Deus.
·         Gn 1.16; Is 6.8 – Há nome e contexto tanto no singular, quanto no plural.
·         Gn 2.24; Dt 6.4 – A mesma palavra erad (dr;a,), que é usada em Gn unindo partes, também é usada em Dt.
·         Os Três aparecem juntos: Mt 28.19s; II Co 13.13
·         Aparece os três intercambialmente: Lc 1.35; Mt 3.16s; 12.28; Lc 24.49; At 2.33; I Co 12.4ss; Gl 4.6; Rm 15.16; II Co 1.21s; II Tm 2.13s; I Pe 1.1s; 20s.
4. Os Três como pessoas distintas:
Is 48.12, 16; 61.1; Lc 4.18-20; 1.35; 24.39; Mt 3.16; 12.38; Jo 1.1.
 
II.            Obra:
A.  Plano de Deus:
1. Definição: A sua eterna decisão de assegurar como certas todas as coisas que ocorrerão.
2. Evidência: AT: Sl 139.16, Is 14.24, Jó 3.2, Mq 4.1, Gn 50.20.
NT: At 4.28, At 17.26, Ef 1.9, Rm 8.28, Ef 2.10, Lc 22.22, Ef 1.4. Lc 21.20-22, Mt 1.22 e Jo 12.38, Mc 13. 7,10; At 4.27-28; I Co 12.18
3. Natureza do plano:
·         Eterno: Sempre esteve na mente de Deus. Ef 1.4; 3.11
·         Livre: Ninguém lhe deu conselhos. Is 40.13ss; Ef 1.11,5
·         O propósito, a glória de Deus: Cl 1.16; Ef 1.6,12
·         Todo inclusivo: Nada pega Deus de supressa. Ef 1.10,11
·         Eficaz: O que Ele planejou vai acontecer. Is 46.10; Jó 42.2
·         Tem a haver com suas ações, não com sua natureza: suas ações dizem respeito ao que Ele fará, não aos seus atributos.
·         Relaciona-se principalmente com criação, preservação, direção e redenção. Também envolve a vontade.
·         Inclui as ações dos homens: mas não força os seres humanos.
·         É imutável:  Deus não muda, nem altera suas decisões. Ml 3.6
B.   Criação:
1. Definição: A obra de Deus em trazer a existência, sem o uso de qualquer material pré-existente, todas as coisas que existem.
2. Aspectos:
·         Criação do nada: Sem o ouso de materiais preexistente, ex-nihilo. Hb 11.3
·         Deus criou toda a  realidade. Gn 1.1; Ef 3.9
·         Deus criou tudo pelo poder da palavra – Criação por FIAT Sl 33.6,9; Hb 11.3
·         A obra do Deus-Trino.
·         Seu propósito - - a glória de Deus. Cl 1.16
C.  Providência:
1. Definição: É a ação contínua de Deus, pelo qual Ele preserva em existência a criação e guia para os propósitos dele.
2. Abrangências:
·         É o trabalho de Deus, de preservar a criação em existência; mantendo-a e sustentando-a. Perservação
·         É a atividade de Deus guiando e dirigindo o curso de eventos para cumprir os propósitos dele. Governo
D.  Providência como preservação:
1. Definição: É Deus mantendo e sustentando a criação dele em existência.
2. Abrangências:
·         A criação inanimada Is 40.26; Sl 33.7
·         A criação animal e vegetal Mt 6.26-28
·         A criação humana e tudo o que há. At 14.17
E.   Providência como governo:
1. Definição: A atividade de Deus no universo de forma que todos os seus eventos cumpram o seu propósito.
2. Abrangências:
a)      Deus atua na natureza: Elias (ñ choveu), Mt 5.45, 6.25-34
b)     Deus guia e dirige a criação animal: Sl 104.21-29; I Rs 17.4
c)      O governo de Deus envolve o destino das nações: Dn 2.21
d)     É soberano nas  vidas de pessoas individuais: I Sm 2.6-7
e)      Inclui as ocorrências acidentais da vida: Pv 16.33
f)       Deus governa tudo: Sl 103.19-22.
g)      Deus está governando até as ações humanas: Ex 3.21
h)     Até mesmo as ações pecadoras fazem parte do plano de Deus: At 223.
3. Aspectos do governo:
a)      A atividade de Deus é universal. Rm 8.28
b)     A providência de Deus não se estende às pessoas deles.       Mt 5.45
c)      Deus é bom no governo dele. Rm 8.28
d)     Deus está pessoalmente preocupado com os seus. Jo 10.3-6
e)      Nossa atividade e a atividade de Deus não são exclusivas.
f)       Deus é soberano no governo dele.
g)      Precisamos ter cuidado para identificarmos a providência de Deus.
 
Cristologia
I.  Pessoa:
A.  Divindade:
1. Definição: Em Cristo habita toda a plenitude da Divindade. Cl 2.9
2. Importância:
·         Se não fosse Deus, não poderia satisfazer a vontade do Pai, na sua obra na cruz.
·         É importante também para a nossa fé. Cremos em alguém divino, e assim nos identificamos com Ele; somos cristãos. Jo 1.18; 14.9
·         Ele é o centro da nossa salvação. Jo 20.31
·        A vida eterna depende de crermos Ele. Jo 17.3
3. Evidências:
a)     Texto diretos:
-          Rm 9.5
-         Tt 2.10,13
b)     O Conceito do próprio Jesus:
·        Ele afirmou sua Divindade:
-     Mt 26.63-64 Jo 19.7: Declarou ser o Filho de Deus..
-          Jo 5.18: Aceitou o título: “Filho de Deus”.
-         Jo 10. 30-33: Declarou unidade com o Pai.
-         Mt 13.41; Lc 12.8,9: Jesus disse Ter anjos e um reino.
-         Mc 2.27-28: Afirmou ser senhor do Sábado.
-         Jo 8.58; 3.13: Afirmou sua preexistência e usou o título; “Eu sou”.
-         Jo 20.28: aceitou a adoração devida a Deus.
·        Foi enfatizado por suas atividades:
Perdoar: Mt 12.5-7 / Julgar: Jo 5.27; At 17.31; Dt 32.4 / Ressuscitar: Jo 5.25 / Mandar o Espírito: Jo 15.26 / Criar: Jo 1.3; Cl 1.16 / Preservar: Cl 1.17; Hb 1.13
c)      O Testemunho de outros escritores bíblicos:
Pedro: Mt 16.16 / João: Jo 1.1,14  / Tomé: Jo 20.28 / Paulo: Cl 1.15-20; II Tm 4.1; Fp 2.5-11; Rm 9.5 / O Pai: Hb 1.3,8
d)     O uso do termo SENHOR:
·        Tanto Yavé quanto adonai foram traduzidos por Krios, tratando do nome pessoa de Deus.
·        Há um paralelo entre o AT e o NT,  o que é dito que o Pai faz, também é dito que o Filho faz:
-          Santificai a Yavé- Is 8.13 & I Pe 3.15 - Santificai a Jesus
-          Yavé é Criador - Is 40.28 & Jo 1.3 - Jesus é Criador
-          Yavé é Salvador - Is 43.11; 45.22 & Jo 4.42; At 4.12 - Jesus é Salvador
-          Yavé é Doador da vida – I Sm 2.6 & Jo 5.21 - Jesus é Doador da vida
-          Yavé é Julgador – Jl 3.2 & Jo 5.27; Mt 25. 3-5 - Jesus é Julgador
-          Yavé é o Primeiro e o Último - Is 41.4 & Ap 1.17 - Jesus é o Primeiro e o Último
-          Yavé é Redentor – Os 13.14 & Ap 5.9 - Jesus é Redentor
-          Todo joelho se dobrará diante de Yavé- Is 45.23 & Fp 2.10-11 - Todo joelho se dobrará diante de Jesus
-          A Rocha é Yavé- Sl 18.2 & I Co 10.14 - A Rocha é Jesus
-          Yavé é Perdoador – Jr 31.34 & Mc 2.7-10 - Jesus é Perdoador
-          Yavé é Pastor – Sl 23.1 & Jo 10.11 - Jesus é Pastor
-          Yavé é Glorificado - Is 42.8; 48.11 & Jo 17.1,5 - Jesus é Glorificado
-          Yavé é a luz - Is 60.1,20 & Jo 8.12 - Jesus é a luz
-          Yavé é o “Eu Sou”- Êx 3.13 & Jo 8.58 - Jesus é o “Eu Sou”
-          Yavé é o noivo - Is 62.5 & Ap 21.2 - Jesus é o noivo
-          Yavé é adorado pelos anjos – Sl 148.2 & Hb 1.16 - Jesus é adorado pelos anjos
-          Yavé é Criador de tudo – Sl 148.5 & Cl 1.16 - Jesus é Criador de tudo
-          Orações a Yavé- At & At 7.59 - Orações a Jesus
·        No Novo Testamento:
-         Krios é usado para designar o Pai: Mt 1.20; 9.38; 11.25; At 15.24 e Ap 4.11
-         Krios é usado para designar o Filho: Lc 2.11; Jo 20.28; At 10.36; Fp 2.11; I Co 2.8; Tg 2.1; Ap 19.6
-         Krios é usado para designar tanto o Pai, quanto o Filho: At 1.24; 2.47; At 8.39 e Rm 14.11
e)      Mesmos Atributos do Pai:
·         Onipotência: Mt 28.18; Ap 1.8
·         Oniciência: Mc 2.8; Jo 1.48; 2.25
·         Onipresente: Mt 18.20; 28.20; Gl 2.20.
B.   Humanidade:
1. Definição: Jesus possui a completa humanidade; e nEle é que podemos ver o exemplo de como deveria ser os humanos. Ef 4.13
2. Importância:
·         A lacuna entre Deus e o homem. Deus é infinito, e nós finitos.
·         A lacuna é agravada pelo pecado.
·         Só é válido a obra da Sua morte, Sendo Ele humano.
·         O ministério intercessor depende de sua humanidade.
3. Evidências:
a)     Vida Humana:
·        Ascendência humana:
-          Genealogia: Rm 9.5 Ele recebeu seus genes de seus antepassados. Mt e Lc
·        Nascimento humano:
-          Nasceu de uma virgem: Is 7.14;  Mt 1.23. Sua concepção não envolveu um ser masculino, mas foi igual a de todos os homens.
-          Nasceu da forma que todas as pessoas: Lc 2.6-7
·        Desenvolvimento humano:
-          Cresceu e desenvolveu como todas as pessoas. Lc 40, 52
-         Participava da vida religiosa humana: Lc 4.16; 6.12; Mt 4.4
·        Morte natural: Sofreu fisicamente e morreu. Jo 19.34; I Co 15.3
b)     Características humanas:
·        Elementos de humanidade:
- Corpo: Jo 2.21 – Alma: Jo 12.27 – Espiríto: Lc 23.46 – Sangue: Mt 26.28
·        Limitações humanas:
-          Físicas:  õ Fome: Mt 4.2. õSede: Jo 19.28. õ Cansaço: Jo 4.6. õSolidão Mt 26.36, 40,41; õSono  Mt 8.24 õDores Lc 22.44
-          Intelectuais: õ Conhecimento limitado: Lc 9.47; 6.8; Jo 4.18; 11.14.
-          Morais: õ Foi tentado: Hb 2.18; 4.15
-          Espirituais: õ Dependia da oração para ter poder M 1.35; Jo 6.15; Lc 22.41-45; Hb 5.7. õ Dependia da unção do Espírito Santo para exercer poder At 10.38.
·        Emoções:
- Compaixão: Mt 9.36 - Choro: Jo 11.35 – Raiva: Jo 2.13-14 – Amor: Jo 13.23, Mc 10.21 –Tristeza: Jo 15.11; 17.13 – Supressa: Lc 7.9
·        Nomes humanos:
-          Filho do Homem: Lc 19.10 – Filho de Davi: Mc 10.47 – Homem: I Tm 2.5 – Jesus: Mt 1.21
C.  Impecabilidade:
1. Definição: Cristo foi humano, mas ele não podia pecar. Ele realmente nunca pecou.
2. Importância:
·         A obra de Cristo na cruz, só tem valor, sendo exercida por alguém, que nunca pecou; pois este pagaria pelos pecados de todo o povo. Seu sacrifício foi perfeito. I Pe 1.18s
·         Mostrou que o pecado não faz parte da natureza humana.
3. Evidências:
a)     O testemunho Bíblico: II Co 5.21; I Jo 3.5; I Pe 2.2; Hb 9.14; 4.15
b)     O testemunho de Jesus: Jo 8.46; 29; 15.10
c)  O testemunho de descrentes: Mt 27.19 (A mulher de Pilatos); Lc 23.41 (o ladrão na cruz); Mt 27.4 (Judas).
4. Aspectos:
·         Embora Jesus sofresse a tentação, Ele nunca pecou. Os evangelhos nada declara dos pecado de Jesus. Ele venceu a tentação.
·         Jesus poderia, então pecar? Não! Cristo não podia pecar. Ele não capaz de pecar. Porque a sua natureza divina sustentava a natureza humana.
·         Então, será que sua tentação foi verdadeira? Sim! A prova disso, é que Ele não cedeu, mas resistiu a mesma. Quanto maior a resistência, maior é a prova disto.
·         Então, como Jesus foi tentado. Jesus foi tentado por fatores externos. Pois ele não possui o fator interno, ou seja, à inclinação ao pecado, como nós temos. Por isso, a Bíblia afirma que Deus não pode ser tentado, porque Ele não tem à inclinação ao pecado.
D.  Nascimento Virginal:
1. Significado: Quando falamos de nascimento virginal, significa que não foi de relações sexuais. Maria era fisicamente virgem, e nunca teve um relacionamento sexual. Também não houve participação sexual com o divino.
2. Importância:
·         Por causa da Encarnação: Se Jesus tivesse pai humano, seria apenas homem.
·         Por causa da Impecabilidade: Para não transmitir a natureza pecaminosa.
·         Por causa da Sobrenaturalidade: Mostrar a soberania de Deus.
3. Evidências:
§  O relato de Mateus e Lucas: Mt 1.18-25; Lc 1.26-38
§  Desde cedo se cria que Jesus não era filho de José.
§  Afirmação dos ouvintes Mc 6.3
E.   Unidade:
1. Significado: Cristo tem duas natureza: divino e humana unidas em uma só pessoa. Isso é chamado de união hispostática – a humanidade perfeita e a divindade completa unidas na mesma pessoa para sempre.
2. Importância:
·         Fechar a ponte do abismo entre nós e Deus. Abismo metafísico (infinito com finito) e abismo moral (santo com pecador).
·        Por causa da redenção. A morte de Jesus teria que ser de valor eterno, pois o pecado foi cometido contra um ser de valor eterno. Também teria que ser humano, para a aplicação, porque foi o homem que pecou.
3. Evidências:
·         Jesus sempre falou de si mesmo no singular Jo 17.21-22; 11.25. Enquanto na Trindade há um pluralidade Gn 1.26; e uma pessoa fala com outra Sl 2.7 e Jo 17.
·        Há textos que falam tanto da humanidade quanto a divindade, referindo-se a uma só pessoa. Jo 1.14; Gl 4.4; I Tm 3.16; I Tm 2.5
·        Suas obras mostram ações humanas e divinas; como sendo uma só pessoa. Ef 2.16-18 com I Jo 2.1-2; 4.2 com 4.15 e 5.5.
·        Os títulos e obras divinos e humanas são usados de forma intercambiavelmente. Cl 1.13-14; Jo 6.62; 3.13 (filho do homem e veio do céu).
F.    Auto-esvaziamento e relacionamento com o Esp. Santo:
·       O auto-esvaziamento também chamado o kenosis de Cristo constituiu em deixar o uso independente de seus atributos. Fp 2.4-8
·       Não foi uma perda de atributos divinos; mas um ganho de atributos humanos. Por causa disto podemos dizer que Ele deixou aquilo que entraria em conflito com a natureza humana; pois a humana limitava a divina.
·       Contudo Ele agia dependemente do Espírito. At 10.38
·       Evidências: At 20.28 – Deus comprou a igreja com seu próprio sangue; Jo 3.13 – Jesus estava no céu e na terra simultaneamente.
 

Função:                                Ofício:

Revelar -------------------------Profeta

Governar------------------------Rei     

Expiar---------------------------Sacerdote

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                     

 
II. Obra:
A.  Obras:
 
 
 
1. Profeta:
          a) Evidências: Hb 1.2
·         O próprio Jesus entendeu que era profeta. Mt 13.57
·         Os ouvintes de Jesus entenderam que Jesus era profeta. Mt 21.11
·         Ele foi visto como cumprimento de uma profecia, sobre um profeta. At 2.22
·         Como os outros profetas, Jesus era enviado por Deus. João 1.18; 8.58; 3.13.
·         A mensagem de Jesus era semelhante aos profetas, quanto ao conteúdo.
·         Anunciavam juízo e salvação. A mensagem de Jesus também. Mt 11.20-24
·         A mensagem de Jesus era semelhante aos profetas, quanto à forma: Com parábolas e poesias. Cf. Is 5.1-7; Mt 21.33-41
b) Tempo:
·         Jesus exerceu sua função revelatória antes da encarnação. Jo 1.9; I Pe 1.11.
·         Jesus exerceu sua função revelatória durante a encarnação. Hb 1.3.
·         Jesus também cumpre um versículo profético depois da encarnação. Mt 28.20. Prometeu que enviaria um Consolador. Jo 14-16.
·         Jesus também cumprirá o papel revelatório no final. I Jo 3.2
2. Sacerdote: Estão incluídos nisto a intercessão e o sacrifício. Hb 7.25s
a) Intercessão:
·         Evidências e tempo: Intercedeu durante sua encarnação: Jo 17 (oração sacerdotal). Hoje intercede por nós. I Jo 1.1-2
b) Sacrifício:
·         Evidências: Ele ofereceu sacrifício. Tempo: de uma vez por todas.
3. Rei: Hb 1.8
a)     Evidências:
·         Já no V.T. temos evidências de Jesus como rei: Is 9.6; Mq 5.2..
·         Temos também no N.T. Mt 10.28;13;41e Hb 1.8.
b) Tempo:
·         Jesus é rei sobre o mundo atual.
·         Jesus é rei sobre a igreja. Seu reino se manifesta nas pessoas que lhe obedecem. Hoje é reconhecido somente na igreja.
·         No futuro Jesus será reconhecido como rei de tudo. Fp 2.10 e 11.
B.  Estágios da obra de Cristo:
1. Humilhação:
a)     Encarnação: Cristo fez-se homem (Jo 1.1,14; 17.5; Fp 2.6-8; II Co 8a)
·         Saiu de sua posição gloriosa (presença do Pai e do Esp. Santo e louvor dos anjos) e de igualdade com o Pai; para nascer num ambiente humilde e ser deitado numa manjedoura.
b)     Vida terrena:
·         Ele ficou sujeito as leis físicas e humanas Gl 4.4.
·        Passou a depender em tudo do Espírito Santo. Lc 1.34 e 35
·        Ficou sujeito à lei Gl 4.5
·        Deixou de desfrutar dos poderes divinos para sua própria glória.
c)      Morte e sepultamento:
·         A morte foi o ponto mais de sua humilhação. Morte é a punição do pecado. Contudo Jesus não pecou, mas morreu.
·         Mas essa não foi qualquer morte. Ele sobre si todos os nossos pecados Is 53.
·         Além disso, essa morte foi muito humilhante: cruz era só para os criminosos mais perigosos; foi exposto nu diante de todos; sofreu agonia, sede, febre, dores e zombaria.
·         Depois de tudo isso, veio o sepultamento. Seu corpo limitou-se a ficar três no túmulo, sem sair.
2. Exaltação:
a)     Ressurreição:
·         Mas da humilhação veio a exaltação. A ressurreição foi o primeiro passo da exaltação.
·         Ela significa a vitória sobre a morte; e sobre o diabo também que fez de tudo para impedir este momento.
·         Cristo foi o primeiro a ressuscitar para nunca mais morrer I Co 15.20; Cl 1.18; Ap 1.5. Outros já haviam sidos ressuscitados, mas estes morreram novamente.
·         A ressurreição de Cristo é a base de nossa fé; pois Ele ressuscitará os que dormem. Rm 4.25; 5.10; Ef 1.20; Fp 3.10; I Pe 1.3; I Co 15.17 e 21.
·         Evidências: O túmulo vazio - Mt 28.6; Jo 20.6-7
As aparições – foi visto por mais de 500 pessoas: Maria-Mc 16.9; Pedro–Co 15.5; 500 irmãos–I Co 15.6; Tiago–I Co 15.7; Estevão–At 7.56; Paulo–At 23.11; João–Ap 1.10-19; ...
O Testemunho da igreja – O sermão de Pedro e sua mudança At 2; O crescimento da igreja; a mudança do dia de adoração Jo 20.1, 19, 26; At 20.7; I Co 16.1-2; Ap 1.10.
b)     Ascensão e o assento à direita do Pai:
·         O 1o passo da humilhação foi deixar a sua posição no céu e o 2o passo da exaltação é reassumir sua posição no céu. Lc 24.50-51;  At 1.6-11; Ef 1.20; 4.8-10; I Tm 3.16.
·         Ele é o Deus-homem, mas agora sem limitações.
·         Cristo se assentou à direita do Pai Mt 26.64; Cl 2.1-2.
·         Marcou o início de seu ministério como Sumo-sacerdote. Hb 4.14-16
·         Fez-Lo, o Cabeça da igreja Cl 1.18
c)      Segunda vinda:
·         Este é último estado de exaltação; e nele todos verão a sua glória. É o ápice. Mt 24.3, 27,37,39; I Co 15.23; I Ts 2.19; 3.13; 4.15; 5.23; II Ts 2.1; Tg 5.7,8; II Pe 3.4.
·         Cristo voltará, manifestando toda a sua glória, poder e Seu reino. (Mt 25.31). E todo joelho se dobrará perante Ele. Fp 2.10,11.
C.   Expiação:
1. Significado: Cristo ofereceu-se a si mesmo; em nosso lugar, um sacrifico perfeito e único. Is 53; Hb 9.25,26
a)     É crucial para a fé cristã:
·         É o ponto de transição do aspecto objetivo para o aspecto subjetivo.
·         Muda o foco da natureza de Cristo para a sua obra ativa ao nosso lado.
·         Aqui a teologia tem aplacação direta em nossas vidas.
·         E a expiação faz a nossa a salvação possível.
b)     É a base das outras doutrinas:
·         Muda o foco de outras doutrinas.
·         Nos dá um conceito correto de Deus, Homem, Pessoa e obra de Cristo e pecado.
·         Nos dá um conceito correto da expiação:
-          Sem o conhecimento que Deus  é santo  e bom e que o homem é pecaminoso, não entenderemos que ele é incapaz de satisfazer a Deus.
-          Cristo: Se Sua obra é apenas um exemplo é vã.
-          Se Jesus é Deus, a sua foi imensurável, não somente foi um exemplo, mas também um sacrifício por nós.
2. Extensão: Por quem Cristo morreu?
a)     Definição:
A sua morte foi suficiente para salvar todas as pessoas, porém Ele morreu só pelos eleitos.
b)     Evidências:
·         Ele morreu pelo seu povo. Mt 1.21; Jo 10.15,26,27; 15.13
·         Ele morreu pelo sua igreja At 20.28; Ef 5.25; Rm 8.32
·         Ele intercede pelos seus Jo 17
·         Quando fala de todos refere-se a todos os salvos Rm 8.32
3. Definição de  termos:
a)     A morte de Cristo foi:
·         Predeterminnada: planejada ou resolvida com antecedência I Pe 118, 20; Ap 3.8
·         Vonlutária: por livre escolha, não por compulsão Jo 10.17,18; Gl 2.20
·         Vicária: a favor dos outros I Pe 3.18; I Co 15.3; Rm 4.25
·         Sacrificial: como holocausto pelo pecado I Co 5.7; Êx 12.13, 23; Is 53.10; Hb 9.14
·         Expiatória: apaziguando ou tronando satisfatório Gl 3.13; Is 53.4-6; Êx 30.10; Hb 9.23s
·         Propriciatória: cobrindo ou tornando favorável a Deus I Jo 4.10; Is 53.8, 10-12; Rm 3.25
·         Redentora: regastando por meio de pagamento Gl 4.4,5; 3.13; Mt 10.28; I Pe 1.18-19
·         Substituta: em lugar de outros I Pe 2.24; Lc 1.2-4; II Co 5.21; Rm 4.25; Mt 1.21; 20.28; Is 53.5s
·         Reconciliadora: reconciliando o homem com Deus II Co 5.20
·         Salvadora: I Tm 1.15(coloquei este porque na romaria, uma pessoa, chegou afirmando confiadamente que a morte de Jesus foi para maldição)
b)      Imputação:
·         Significa literalmente: “lançar na conta de”.
·         Deus lançou sobre Jesus todo o nosso pecado. Is 53; Rm 4.5; II Co 5.21
 
 
 
Pneumatologia
I.                 Pessoa:
A.  Divindade:
·         Citações que são feitas a Deus são atribuídas ao Espírito Santo. Sl 95.7s (Deus) com Hb 3.7 (Espírito Santo); Is 6.9s (Deus) com At 28.25-27 (Espírito Santo).
·         Paralelo com outras pessoas da Trindade: I Jo 5.7; Mt 28.19; II Co 13.13; At 5.1-4; Ef 1.4-14; Sl 33
·         Possui atributos divinos Sl 139.7; I Co 2.10,11; Lc 1.35; Hb 9.14
·         Realiza obras que são atribuídas a Deus Gn 1.2; II Pe 1.21; Jo 6.63; Ef 4.30; Jo 14.17; Rm 8.2; Hb 10.29; Sl 119.156; I Pe 4.14
·         Citações explícitas Is 40.13-18; 48.16; II Sm 23.2,3
B.   Personalidade:
·         O uso do pronome masculino para representá-lo. Ef 1.14; Jo 16.13s
·         Há uma singularidade e função com o Pai. Jo 14.26; 15.26; 16.7
·         Tem elementos de personalidade:
-          Inteligência Jo 14.26; Rm 8.16
-          Emoções Ef 4.30
-          Vontade I Co 2.11
·         Ele aparece agrupado com pessoas At 15.28
·         Ele pode ser afetado pelas pessoas:
-          Pode-se mentir a ele At 5.1-4
-          Pode-se entristecê-lo Ef 4.30
-          Pode-se apagá-lo I Ts 5.19
-          Pode-se resistí-lo At 7.51
-          Pode-se rejeitá-lo I Ts 4.8; Hb 10.29
C.  Outros:
·         É distinto: Ap 1.4; Gl 4.4-6; Is 63.10; I Co 2.11
·         Há um subordinação de funções Lc 10.21ss
·         Foi enviado:
-          Pelo Pai, no nome do Filho: Jo 14.26; Lc 11.13; I Ts 4.8
-          Pelo Filho, da parte do Pai: Jo 15.26; 16.6; Jo 1.29-34
·         Em nome dele é batizado Mt 28.19
II. Obra:
A.  No Antigo Testamento:
·        Na Criação Gn 1.2
·        Na Providência Sl 104.29s; Gn 6.3
·        Agindo na vida de Pessoas:
-          Mostrando quem é de Deus Gn 41.38
-          Em obras artísticas Êx 28.3
-          Na liderança Nm 11.16-30
-          Nas profecias Nm 24.2; Mq 3.8
-          Na Unção real I Sm 10.6,10
 
B.   Na vida de Jesus:
·         Antes de sua vinda houve várias pessoas cheias do Espírito Santo. Lc 1.15-João
·         No nascimento Mt 1.18ss; Lc 1,35
·         No batismo Mt 3.13-17; Jo 1.29-34
·         Na tentação Mt 4.1
·         No cumprimento de profecias Lc 4.17-22 com Is 11.1s
·         Nos milagres Mt 12.28; Lc 12.10
·         Nos ensinos de Jesus I Jo 4.1-6; 3.24; Jo 14.26; 3.3; Lc 4.14, 18,21
·         Na ressurreição Rm 8.11
·         Na glorificação Jo 16.14. Ele glorificará o Filho.
C.  Na vida do Cristão:
1. Antecedente a  Salvação:
·         Convence Jo 16.-11
·         Testifica Jo 15.26-27
·         Ilumina Jo 16.13-14
2. Concomitante a  Salvação:
·         Regenera Tt 3.5; Jo 3.5
·         Batiza I Co 12.13
·         Sela Ef 3.13s; Ef 4.30
·         Habita Rm 4.14s; I Co 6.19
·         Vivifica I Pe 3.18; Jo 6.63
3. Posterior a  Salvação:
·         Continua iluminando Ef 1.18
·         Intercede Rm 8.26
·         Assiste em nossa fraqueza Rm 8.26
·         Dá poder At 1.8; Ef 3.16
·         Santifica Rm 8.1-11; II Ts 2.13; I Pe 3.2
·         Concede dons I Co 12.1-11; Rm 15.18ss; Hb 2.4
·         Ensina Jo 14.26
·         Produz verdadeira adoração Jo 4.24
·         Ajuda em várias tarefas Jo 14.26
·         Capacita Jo 16.13
D.  Outros:
·         Guia Rm 8,14ss; Sl 143.10; Mt 13.11; Jo 16.7-26
·         Revela Ef 3.5; Mc 12.36; Jo 16.13; At 21.8
·         Inspira as Escrituras II Pe 1.21; At 1.2; Lc 4.17-22
·         Testemunha Jo 15.26; Rm 8.14ss; Hb 3.7
·         Confessa a Jesus I Jo 4.1-6
·         Transporta pessoas Ap 1.10; At 8.39
·         Produz crescimento na igreja At 9.31
·         Mostra quem é de Deus Rm 8.9
E.   Diferenciação entre batismo e plenitude:
1. Batismo: É a imersão do crente no corpo de Cristo, num único momento, que é na conversão. I Co 12.13
2. Plenitude: É estar cheio do Espírito Santo, ser controlado por Ele. devemos sempre buscar isto várias vezes. Ef 3.18
O Primeiro é imediato, instantâneo e só uma vez. Enquanto o segundo é o processo contínuo na vida do crente; ocorrendo assim várias vezes.
III. Dons:
A.  Definição:
São capacidades sobrenaturais dadas pelo Espírito Santo (I Co 12. 4-11) e pelo Filho (Ef 4.3-14) aos salvos, para executar o serviço de Deus, visando à edificação do corpo de Cristo.
B.   Posição quanto aos dons:
·         Há diversos dons I Co 12.4
·         As pessoas têm dons distintos uns dos outros; ninguém têm todos os dons Ef 4. 11; I Co 12.8-10; Rm 12.6-8
·         É o Espírito que escolhe os dons dos salvos; e não eles mesmos I Co 12.11
·        O objetivo dos dons é:
-          Positivamente: a unidade da fé e o pleno conhecimento de Jesus Ef 4.13
-          Negativamente: não se enganar com falsas doutrinas Ef 4.14,15; I Co 12.1,2
·         Os dons foram dados para a edificação; e  não para se vangloriar ou humilhar os outros. Ef 4.12-16; I Co 12.7
·        Em Atos 2:
-          Foi a primeira vez que o Espírito Santo  desceu sobre os salvos v.1-4
-          Os crentes ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas. v. 4
-          Havia pessoas de diversos lugares  v. 9.10
-          Cada um ouvia o evangelho na sua própria língua v. 6,8,11
-          Ele ficaram maravilhados com as grandezas de Deus v. 11,12
-          Pedro aproveitou o momento para falar sobre a cruz de cristo v. 14 – 36
-          Ouvindo isso a multidão, três foram convertidos v. 37 – 41
-          Conclusão: Está que o objetivo foi a glória de Deus, e não dos homens. Foi necessário as línguas para mostrar que pela primeira vez; o Espírito Santo havia descido; e para que aquelas pessoas pudessem ouvir o evangelho na sua língua; compreendo o evangelho e se rendendo aos pés dele.
·         Hoje não há mais necessidade de dons de línguas e outros dessa natureza; porque já temos a revelação completa da Palavra de Deus. I Co 13.10. Esses dons foram dados para atestar a revelação Hb 2.3-4
 
 
Angeologia
I.                 Anjos:
A.  Definição:
São seres espirituais, pessoais, imortais, criados por Deus, numa posição mais alta que os homens; porém inferiores a Deus. São limitados, mas forma criados para cumprir a ordem de Deus.
            Natureza dos Anjos:
·         São pessoas: possuem intelecto  - I Pe 1.12; emoções -  Lc 15.10 e vontade - Jd 6.
·         São espíritos Hb 1.14
·         São imortais Lc 20.36
·         São poderosos II Pe 2.11
·         São inumeráveis Hb 12.22; Ap 5.11
 
B.  Termos Bíblicos:
1. Ordem dos anjos:
·         Arcanjo: Miguel Jd 9; Dn 10.13; I Ts 4.16
·         Querubins: Gn 3.22-24; II Sm 22.11; Sl 1888.10; Ez 1; Ap 4.6s; Êx 25.18; Sl 80.1
·         Serafins: Is 6.1-3
2. Um anjo muito citado:
·         Gabriel: significa intérprete Dn 8.16;  9.21; Lc 1.19,26
3. Nomes que indicam poder:
·         Principados: Ef 3.10; Cl 2.10
·         Trono, soberania: Cl 1.16
·         Antoridades, poder, domínio: Ef 1.21; Cl 1.16
·         Potestades: Ef 1.21; I Pe 3.22
4. Outros nomes:
·         Seres celestiais: Sl 89.6
·         Santos/Assembléia dos santos: Sl89.5,7; Zc 14.5
·         Mílicia Celestial: Lc 2.13
·         Santas miríades: Jd 14
·         Vigias: Dn 4.13; 17; 23.
C.  Origem:
1. A Bíblia afirma a existência de anjos:
a)     No Antigo Testamento: Gn 18; II Sm 24.16; Is 6.2; Ez 10.1-3; Dn 9.2-27; 10.13;12.1
b)     No Novo Testamento: II Ts 1.7; I Pe 3.22 ; Mt 2.19;  Mc 1.13; Lc 2.13; Jo 20.12;
c)      Nos ensinos de Jesus: Mt 13.39; 18.10; 22.30; 25.31; Jo 1.51
2. Sua criação:
a)     A realidade da sua criação: Os anjos são seres criados. Sl 148.5; Mt 22.30
b)     O agente de sua criação: Foram criados por Deus. Jo 1.1-3; Cl 1.16
c)      O tempo de sua criação: Foram criados antes da Terra. Jó 38.6-7 NVI
d)     O estado original na criação: Santos. Gn 1.31; Mc 8.38; I Tm 5.21;  Mt 25.41; II Pe 2.4
 
II.            Anjos Bons:
A.  Atividade:
1. Serviços Gerais:
a)     Em relação a Deus:
Louvam Is 6.2-6 / Adoram Hb 1.6 / Alegram com os Seu feitos Jó 38.7 / Servem Sl 103.20; Se apresentam diante dEle Jó 1.6/ São instrumentos do juízo divino  Ap 7.1
b)     Em relação as nações:
·        Israel: O arcanjo Miguel guarda Israel de maneira especial Dn 12.1
·        Outras nações: Os anjos protegem governantes Dn 4.17, e influenciam seus líderes 10.21
c)      Em relação aos filhos de Deus: Enviados para prestarem serviços. Hb 1.14
Protegem Êx 14.19; II Rs 6.15ss; Sl 34.7; 91.1,11s /  Prestam assistência I Rs 14.19; Mt 18.10; Lc 15.10; Hb 1.14 / levam os mortos para o céu Lc 16.22 / Trazem mensagens e avisos At 10.3ss
d)      Em relação a igreja: Cuidam delas, servindo de testemunhas
Viagiando a decência I Co 11.10 e a fidelidade à Palavra de Deus I Tm 5.21
2. Serviços específicos:
a)     Em relação a Cristo:
·        Nascimento: Previsão – Mt 1.20; Lc 1.26.-15 e Anúncio – Lc 2.8-15
·        Durante sua vida: Alerta-Mt 2.13-15/direção-Mt 2.19-21/ministração-Mt 4.11/defesa-Mt 26.53
·        Após sua ressurreição: Na pedra-Mt 28.1-2 / Anúncio-Mt 28.5,6 / Ascensão-At 1.10,11
·        Na Segunda vinda: Arrebatamento-I Ts 4.16 / Segunda vinda-Mt 25.31 / Juízo-Mt 13.39s
b)     Em relação aos ímpios:
·        Anunciam os juízos iminentes: Gn 19.13; Ap 14.6-7; 19.17-18
·        Infligem o juízo divino sobre os ímpios At 12.33; Ap 16.1
·        Irão separar os justos dos ímpios no fim dos tempos Mt 13.39,40
c)      Em relação a igreja:
·        Pedidos de oração: Levam as respostas das orações At 12.5-10
·        Salvação: Ajudam no evangelismo At 8.26; 10.13
·        Observação: vêem o trabalho, os sofrimentos do cristão.
B.   Destino: Estarão na eternidade adorando e servindo a Deus Ap 5.11-12
 
III.       Anjos Maus:
São seres angelicais criados por Deus perfitos, mas eles pecaram. II Pe 2.4; Jd 6; Lc 10.18; Ap 12.4,9. Depois eles serão julgados: I Co 6.7; Mt 25.41; Lc 8.31
A.  Atividade:
1. Opor-se aos planos de Deus Dn 10.12s; Zc 13.1; Ef 6.12; II Ts 2.10s;  Mt 13.37s;  Mc 4.15s
2. Atua através dos que não pertencem a Deus Ef 2.2
3. Procura enganar as pessoas Gn 3.1,4;  I Co 8.4 (idolatria); II Ts 2.4 (sinais); II Co 11.14
4. Eles nos acusam diante de Deus Jó 1.9,11; 2.4s; Ap 12.10
5. Procura reter os que são seus Lc 11.21s
6.  Causam males aos homens: doenças-Jó 1.12-2.7; opressão-At 10.38; possesão-Mt 9.33; desequilíbrio mental-Mc 5.4s; tem poder da morte-Hb 2.14
7. Tenta os filhos de Deus At 5.2; I Ts 3.5; Mt 10.1
8. Procura destruir os crentes I Pe 5.8
9. Engana as nações Dn 10.13; Ap 16.13s; Is 24.21
10. Estão debaixo do domínio de Deus e sujeito às suas ordens I Sm 16.14; II Cr 18.18s; II Co 12.7
B.  Destino:
É o lago de fogo eterno Hb 2.14; Cl 2.15; I Jo 3.8; Ap 20.1ss; 7-10; Mt 25.41
C.   Satanás:
1. Origem:
Deus criou este anjo santo e perfeito. Dt 32.4; Is 14 e Ez 28; mas ele caiu
2. Nomes:
a)      Satanás: adversário - 23x - At 5.3 
b)     Diabo: acusador, difamador Ap 12.10; Jo 6.70
c)      Tentador: Induzir as pessoas Mt 4.3; I Ts 3.5; Lc 22.31s; Ap 12.9
d)     Belzebul: Senhor das moscas, senhor das alturas – 7x
e)      Belial: maligno
f)       Antiga Serpente: II Co 11.3; Gn 3.4-13
g)      Maioral dos demônios: Mt 12.24
h)     Grande dragão: Ap 12
i)       Leão que ruge: alguém para devorar I Pe 5.8
j)       Deus deste mundo: II Co 4.4; Jo 12.31; 14.30
k)     Maligno: Mt 6.3; 13.19,38; Jo 17.15
l)       Apolion: abadom – destruidor Ap 9.3,11
m)   Assassino, mentiroso: Jo 8.44; I Co 5.5; Hb 2.14; At 20.29
n)     Pai: Jo 8.44; Ef 2.2
o)      Acusador dos nossos irmãos: Ap 12.10.07
p)     Lúcifer: a estrela da manhã Is 14.12
q)     Inimigo: Mt 13.28s
 
3. Estratégia:
a)      Torce as Escrituras Mt 4.1-11; Gn 3
b)     Ignorância, cegueira II Co 4.4; Jo 8
c)      Engano, ilusão II Co 6.13; Gn 3
 
IV.        Possessão Demoníaca:
A.  Significado: Ter um demônio; estar endemoninhado ( ser um ninho de demônios) At 19.12
1.O crente não pode ser possuído: I Jo 5.18,19
2. Mas pode ser oprimido: II Co 12.7
B.   Manifestação:
·         Uma grande força  e distúrbios psicológicos Mt 5.2ss
·         Comportamento anti-social Lc 8.27; Mt 8.28; 17.15
·         Tentativas de suicídio Mt 17.15; Mc 5.5
·         Múltiplas possessões Mt 12.45
·         Reconhecimento e rejeição de Jesus Mt 8.29-31; Mc 1.24-34; 5.7,9ss; Lc 4.41; 8.28,30
·         Possuem animais Mt 8.31,32; Mc 5; Lc 8
C.  Expulsão:
·         Jesus expulsou pelo poder de Deus Mc 1.25; 9.25; Mt 12.28
·         Concedeu autoridade aos discípulos Mt 10.1
·         Era necessário fé e oração Mt 17.19-20; Mc 9.29; 23s; 6.5s
 
 
Antropologia
I.                 Origem do Homem:
A.  Significado: Vir a existir e continuar existindo. É o como e o porquê.
B.   Características:
1.      Foi planejada por Deus Gn 1.26
2.      Ocorreu de forma direta e imediata - Criacionismo por FIAT (poder da palavra)  Gn 1.27; 2.7
3.      Envolveu dois aspectos: pó da terra e a costela de Adão.
II.            Historicidade de Gênesis 1 e 2:
A.  Relatos da criação:
·         Gn 1.26-30: Fala o motivo pelo qual Deus fez o homem. E diz que o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus.
·         Gn 2.7-23: Mostra como Deus fez o homem e a mulher – do pó da terra e da costela de Adão.
B.   Outras provas:
·         Rm 5.12-21 e I Co 15.22-45: Falam de um só homem. Comparação entre Adão e Cristo.
·         Gn 5.2; 2.22; 3.12 e Ec 7.28: Adão como um homem real.
·         Lc 3.38: O paralelo entre Adão e outros homens.
·         II Co 11.3; I Tm 2.13,14; Mt 19.1-10
III.       Idade do Homem e da terra:
A.   Homem:
·         A marca é a capacidade de usar a linguagem. Cuidar de animais e plantas foi desde a criação humana.
B.   Terra:
·         Foram criados tudo em seis dias literais. Por isso, a idade da terra, quanto do homem é de seis mil anos.
·         Provas: O adjetivo numérico com a palavra “dia”. 2o A referência à tarde e manhã em Gn 1. 3o A instituição do Sábado.
IV.        Significado da Imagem de Deus no Homem:
A.   Passagens Bíblicas:
1.      Significado:  Gn 1.26
2.      Com a queda, a imagem se distorce, mas não perde: Gn 9.6; Tg 3.9
3.       Na morte de Cristo há um recuperação gradual: Cl 3.10; II Co 3.18; Rm 8.29
4.      Na volta de Cristo há um recuperação total:  I Co 15.49; II Co 4.4; Cl 1.15; Rm 8.29 e I Jo 3.2
B.    Concepção da Imagem:
Representativa: O homem representa Deus neste mundo Gn 1.26ss.
Ex: I Sm 6.5 – imagem de objetos são representações destes mesmos objetos.
Um foto representa alguém. Mas não é idêntica a pessoa.
·         Nossa representação de Deus inclui a personalidade e os relacionamentos.
·         A imagem de Deus em nós indica que pertencemos a Deus.
V.             Constituição:
A.  Dicotomismo:
1. Definição: Formado de material (corpo) e imaterial (alma ou espírito).
            2. Argumentos:
·         Em I Ts 5.23 e Lc 10.27 fala sobre a totalidade dos ser.
·         Espírito e alma são usados para animais Ec 3.21
·         Espírito e alma são usados intercambiavelmente Lc 1.46s
·         Dois elementos são vistos Mt 6.25
·         Alma é a totalidade da vida Mt 16.26.
·         Há uma ênfase na alma Mt 27.30
B.   Tricotonismo:
1. Definição: O homem está dividido em três partes: corpo (físico), alma (psicológico) e espírito (espiritual).
            2. Argumentos: I Ts 5.23 (O homem tem corpo, alma e espírito) e Hb 4.12 (A palavra de Deus divide alma e espírito).
            3. Resposta: Em I Ts 5.23 refere-se a totalidade do ser e não a divisão do homem. Senão como explicar Lc 10.27. Em Hebreus mostra que o poder da Palavra está em dividir o indizível.
C.  Monismo:
1. Definição: O homem é uma unidade
            2. Argumentos: Deus fez como uma unidade Gn 2.7
            3. Resposta: E como fica o estado intermediário? Lc 16
D.  Policotomista: O Homem é formado de várias partes: mente, coração, alma, espírito, corpo.
VI.        Origem da Alma:
A.  Criacionismo:
1. Definição: Deus cria a alma no momento do nascimento.
            2. Argumentos: A alma vêm de Deus Sl 139.13s
            3. Resposta: Deus descansou no sétimo dia, não diz nada sobre novas criações.
B.   Preexistencialismo:
1. Definição: As almas eistiram na eternidade passa; e quando alguém nasce Deus coloca a alma na pessoa.
2. Argumentos: Deus criou tudo em seis dias, inclusive as almas.
            3. Resposta: Entra em conflito com a vida eterna.
C.  Traducionismo:
1. Definição: A alma passa de pai para filho.
            2. Argumentos:Gn 1.27; 2.3; Rm 5.12; I Co 15.22; Hb 7.9s.
Esta é a visão bíblica.
 
 
Harmatiologia
I.                 Definição de Termos:
Pecado é de se conformar à lei moral de Deus, seja em ato, seja em atitude, seja em natureza. Mc 12.30; I Jo 5.7
A.   Termos que enfatizam a causa:
1.      Ignorância: Lv 4.13; Os 4.6
2.      Engano ou erro: Gn 3; Gn 20.1-7; 26.1-10; Os 4.12
3.       Distração: Rm 5.19
B.   Termos que enfatizam o caráter do pecado:
1.      Errar o alvo: Pv 19.2; Rm 2.5
2.      Irreligião (descrença): Rm 1.28
3.      Transgressão: Rm 2.4; Sl 51,1ss
4.      Impiedade ou falta de Integridade: Lv 19.15
5.      Rebelião: I Rs 12.19
6.      Traição: Hb 6.6
7.      Perversão: Is 21.3; Rm 1.18
8.      Abominação: Lv 18.22
C.   Termos que enfatizam os resultados do pecado:
1.      Agitação, inquietação, turbulência: Jó 3.17
2.      Mal, maldade: Sl 34.16; 51.4
3.      Culpa: Nm 5.8
Na raça humana, o primeiro pecado foi de Adão e Eva, e isto trouxe sérias conseqüências.
4.      Problema: Os 4.15s; Lc
II.            Origem do Pecado:
A.  Como começou o pecado:
1.     Satanás: Satanás foi o primeiro a pecar. Este pecado veio dele mesmo, não foi coagido por ninguém a pecar. Is 14 e Ez 28
2.     Não foi causado por Deus: Deus fez Lucifer, mas Ele não causou o pecado. Tg 1.13-15
3.  Adão e Eva: Na raça humana, o primeiro pecado foi de Adão e Eva, e isto trouxe sérias conseqüências. Mas este por sua vez, foi tentado a pecar. Gn 3.
B.  Como começa o pecado hoje:
1.     Satanás: Lc 10.18; Ele muitas vezes nos tenta, para que nos fazer pecar. Jo 12.31-governante deste mundo; Mt 12.26-líder do reino.  I Pe 5.8
2.     O Mundo: Jo 15.18,19 Este é outro instrumento de tentação. I Jo 2.15s
3.     O Coração: Mt 15.19 Este último parte de nós mesmos. Temos à tendência para o pecado. Jr 17.9
C.  A responsabilidade humana:
1.      Pode ter impulso natural e sugestão: Mas o homem é sempre responsável por seu pecado. Ex. Eva - cedeu a tentação; Jesus - não cedeu. Pois ninguém pode nos obrigar a pecar. Nós voluntariamente escolhemos.
2.      O homem tem certos desejos: O homem tem muitos desejos: desfrutar e obter coisas, realizações. Estes desejos não são pecados em si mesmos, mas quando isto torna-se uma obsessão é pecado. I Jo 2.16; I Tm 6.3-11
3.     Temos a natureza pecaminosa: Todos temos à inclinação ao pecado. Rm 7.18; Gl 5.16-24. Por isso, só através dum ato sobrenatural de Deus, através do Espírito Santo pode-se ter a cura – conversão.
III.       Universidade do Pecado:
A.    Ensino do Antigo Testamento: Gn 6.5,11 – A terra estava cheia de violência; Gn 9.21; Todos são pecadores - Sl 14.3; 143.2; I Rs 8.46
B.  Ensino do Novo Testamento: Ninguém é bom - Mt 19.17; Os discípulos eram maus - Lc 11.13;  Todos são pecadores - Rm 1.18-3.20; 3.9-23
C.  Evidências Indiretas:
1.      As reivindicações que são feitas (arrependimento, conversão, etc)
2.      Todos os heróis da Bíblia são descritos como tendo cometido pecado.
3.      Todos morrem e a morte é resultado do pecado.
IV.        Conseqüências do Pecado:
A.  Afeta o nosso relacionamento com Deus:
1.      Desfavor divino: A ira de Deus sobre o pecador. Sl 5.5
2.      Culpa: Porque violou a lei de Deus, não foi fiel. Mt 5.48
3.      Punição: É uma justiça retributiva. Gn 9.6
4.      Morte: É uma separação. Tem 3 tipos: Morte física – término da existência num estado material Hb 9.27 e morte espiritual -  separação de Deus Rm 6.23 e morte eterna – separação de Deus para sempre Ap 20.6 Mt 18.11; Lc 15.4,8,24
B.  Afeta a nós mesmos:
1.      Escravidão: O pecado torna-se um vício Gn 12.10-20; 26.6-11; Rm 6.17; Jo 8.44; Lc 4.18
2.      Fuga da realidade: O homem vive tentando negar a realidade Rm 3.23
3.      Negação do pecado: Colocamos outros nomes para acalmar a consciência Gn 3.11
4.      Auto-engano: Tentamos nos enganar Jr 17.9
5.      Insensibilidade: A consciência fica cauterizada I Tm 4.2
6.      Egocentrismo: Pensamos demais em nós mesmos Ex: Roboão
7.      Insatisfação e Realização:  Todas as satisfações do pecado são temporária Ex: Amnom; Davi e Bate-Seba
8.      Destruição de si mesmo: O pecado pode afetar nosso corpo Jo 9.3
C.  Afeta o nosso relacionamento com outros seres humanos:
1.      Competição: Por isso entramos em guerras e contendas Tg 1.13,14
2.      Inabilidade para ter empatia: Vemos tudo de acordo com a nossa vontade. Não pensamos nos outros. Fp 2.3-5
3.      Rejeição de autoridade: Quer ser livre para fazer o que quiser. Não aceita autoridade. Ex: O filho pródigo
4.      Inabilidade para amar: O alvo é satisfazer nossos desejos, e demonstramos interesse pelos outros por motivos egoístas. Ex: Pessoas que seguiam Jesus
V.             Pecado Original:
Significado:
É a dimensão do pecado com a qual nós começamos a vida. Rm 5.12-19
Teorias:

 

Pelagianismo

Arminianismo

Calvinismo

Pecado Original

Rejeitava a doutrina do pecado original; os homens podem escolher obedecer a Deus.

Crê na predestinação condicional. Deus predestinou salvar aqueles que haveriam de crer nEle. A mesma está baseada na presciência.

Afirmou a depravação total dos homens, depois da queda.

 

Vontade Humana

O homem tem vontade livre. A queda não afetou a humanidade.

A vontade do homem está incapacitada pela queda de fazer qualquer coisa boa.

 

Livre-arbítrio significa fazer o que o homem deseja; o mesmo só deseja pecar.

 

Relação com Adão

A única influência de Adão foi o mau exemplo.

A inabilidade recebida de Adão é física e intelectual, mas não volitiva.

Existe uma conexão definida entre o pecado de Adão e o de todas as pessoas.

Graça

Graça é a capacidade dada por Deus para o homem livremente obedecê-lo.

Então, Deus dá a ele uma graça preveniente.

 

Graça é absolutamente necessária. Sem a ação de Deus, nunca escolhemos o bem. a salvação depende unicamente de Deus.

 
Ligação entre Adão e nós:
Tivemos um participação com Adão, tanto federal Rm 5.12s; como natural Hb 7.9s. Em Adão fomos feitos pecadores, e recebemos a natureza pecaminosa.
Pecado herdado:
1. Culpa herdada: Somos culpados por causa do pecado de Adão Rm 5.12
a)      Todos os dias cometemos pecados voluntariamente Rm 2.6
b)     Se estivessémos no lugar de Adão, faríamos o mesmo.
c)      Se achamos injusto que Adão nos represente; também devemos achar injusto que Cristo nos represnte.
2. Corrupção herdada: Temos um natureza pecaminosa por causa do pecado de Adão Sl 51.5; 58.3; Ef 4.18
a)      Na nossa natureza, carecemos totalmente de bem espiritual perante Deus Rm 7.18; Tt 1.5; Jr 17.9; Ef 4.18
b)  Nos nossos atos, somos incapazes de fazer o bem espiritual perante Deus Rm 8.8; Jo 15.5; Hb 11.6; Ef 2.1-2
 
 
Soteriologia
I.                 Definição de Termos:
A.  Predestinação:
Deus determinou de antemão o destino dos salvos, segundo à sua vontade Rm 8.29s; Ef 1.5,11. A eleição é o ato soberano de Deus pelo qual Ele escolheu antes da fundação algumas pessoas. Ef 1.4
B.   Chamada Geral:
É um convite que Deus faz a todas as pessoas, mas nem todos responderão a este convite. Mt 11.28; Is 45.22; 55.1
C.  Chamada Efetiva:
Ë o momento entre a decisão eterna de Deus e a conversão do indivíduo no tempo; em que Deus trabalha de modo efetivo com o eleito; de modo que este responderão em arrepenndimento e fé. Mt 22.14; Lc 14.23; Rm 1.7; 11.29; I Co 1.23-26; Ef 1.18; Fp 3.14; I Ts 2.12; II Ts 2.14; II Tm 1.9; Rm 8.29; Jo 6.37,44
D.  Regeneração:
É a transformação que Deus opera na vida das pessoas que crêem nEle; tendo agora  nova vida. Também chamado de novo nascimento. Ez 11.19-20; II Co 5.17; Jo 3.1-21
E.   Conversão:
·         É o ato da pessoa abandonar o pecado em arrependimento e voltar-se para Cristo em fé. At 2.38; 3.19; 10.19
F.    União com Cristo:
·         É o ato de Deus em ligar o crente com Cristo, de forma que Ele vê os dois como se fosse um. Mas nenhum perde sua individualidade. II Co 5.17; Ef 1.3-4; 2.10; I Co 1.4s; 15.22; I Ts 4.16; Cl 1.27; Jo 15.4s; 14.23; Mt 28.20.
·         Várias experiências compartilhamos com Cristo: sofrimento Rm 8.17; crucificação Gl 2.20; morte Cl 2.2; sepultamento Rm 6.4; revitalização Ef 2.5; ressurreição Cl 3.1; glorificação Rm 8.17.
·         Essa união é judicial, espiritual Rm 8.9-11 e vital Rm 12.2
G.  Justificação:
·         É a ação de Deus, através da morte substitutiva de Cristo, em declarar justo as pessoas pecadoras; capacitando-as para cumprir todas as exigências da lei.
·         Deus é o nosso juiz Sl 9.4; É Ele quem nos justifica Rm 8.33-34; 3.21-30; 5.1
H.  Adoção:
·         É o ato de Deus em integrar na Sua família, aqueles que se arrependem e crêem, dando-lhe todos os direitos e deveres desta nova família. Jo 1.12; Ef 1.5; Gl 4.4s
I.      Santificação:
·         É o processo pelo qual Deus age na pessoa salva, começando na regeneração e prosseguindo na vida cristã, até que chegue a perfeição, à semelhança de Cristo. Ef 4.11ss; 5.2; Fp 1.6; Rm 8.29 Gl 5.16.
J.     Segurança e Preservação:
* Perserverança: O crente guardado pela graça de Deus, suportará com sucesso todas as experiências e tentações desta vida e permanece íntegro para o Senhor até a morte. Rm 8.31-39; Fp 1.6
K.  Glorificação:
·         É o estágio final de nossa salvação. Rm 8.29s, 23; Ef 1.13s
 
II.            Os cinco pontos do Calvinismo:
Total depravação – deixa o homem sem condições de escolher o bem
Rm 3.10-12, 23; Ef 2.1s
Eleição Incondicional - ela é condicionada pelo conselho da vontade de Deus
Rm 9.20s; Jo 15.16; Ef 1.4s
Limitação da expiação – a morte de Cristo foi só pelos eleitos, não por todos
Ef 1.4-5; Jo 15.1; Jo 17.6,9; Ef 5.250
Irrestibilidade da graça – o eleito sempre responderá a graça divina
Jo 6.37
Perseverança dos santos – a salvação depende de Deus
Jo 6.37; 10.28; Rm 8.38s
 
 
Eclesiologia
I.                 Igreja Universal:
          A. Definição:
O corpo inteiro daqueles que, pela morte de Cristo foram salvos, desde o pentecostes ao arrebatamento. Ef 1.22-23
          B. Início da Igreja:
1.     Evidências que começou no Pentecostes:
·         Jesus fez referências à igreja, no futuro. Mt 16.18 e 1.17
·         Lucas não usa a palavra eclesia no evangelho, mas cita 24  em Atos.
·         Cristo foi o cabeça da igreja após a ressurreição. Ef 1.22s
·         Os dons foram dados após a ascensão Ef 4.7-12
·         O ministério dum corpo, incluindo os gentios, só foi revelado no tempo dos apóstolos. Ef 3.5s; Cl 1.26s.
·         O fundamento da igreja é Cristo. I Pe 2.3,6; I Co 3.11
·         A igreja é edificada sobre o ensino dos apóstolos. Ef 2.20
2.     Como sabemos que começou no Pentecostes:
·         O Espírito Santo coloca as pessoas no corpo de Cristo: I Co 12.13-27; At 1.5,2; Lc 3.16
·         At 1.5 – Até aqui não tinha o batismo no Espírito Santo.
·         At 2.4 – O batismo acontece no pentecostes.
·         Pedro se refere ao Pentecostes como sendo um princípio.  At 11.15,16
·         O batismo acontecendo já na igreja: At 2.46s
          C. Termos usados para Igreja:
1.     O uso da palavra em Português:
·         Um prédio ou um templo
·         Uma denominação religiosa
·         Uma congregação local - I Co 1.2; Cl 1.2
·         O corpo de Cristo – igreja universal. I Co 12.13; Ef 1.22s
2.     O uso grego (eclesia) – chamado para fora:
·         Uma assembléia política – At 19.32,39,41
·         A congregação de Israel no deserto – At 7.38; Ef 2.9s
·         Um grupo de crentes que se reúnem em certo lugar – I Co 1.2
·         A igreja universal, corpo de Cristo – Mt 16.18; Ef 1.22s; Cl 1.18
3.     Imagens Bíblicas:
·         Povo de Deus: II Co 6.16
·         Corpo de Cristo: Cl 1.16-18
·         Templo do Espírito Santo: I Co 12.13
·         Outros: rebanho – At 20.24-34; lavoura de Deus – I Co 3.5-9; Sacerdócio – I Pe 2.9
D. Relacionamento entre Igreja/Israel e Igreja/Reino de Deus
·         Igreja e o Reino: O reino contém a igreja. Mas a igreja não é o reino. A igreja é uma testemunha do reino. É também instrumento e garantia para o reino. São distintos: Cl 1.13; Ap 20.6
·         Igreja e Israel: São duas entidades eternamente separadas com Deus trabalha de diferentes modos. Rm 11.25; Mt 16.18; I Co 10.32.
 
II.            Igreja Local:
A.  Definição:
Grupo de crentes que exibem as mesmas qualidades do corpo de Cristo; e que reuném para adorar a Deus e praticarem ceia e batismo. I Co 12.27
B.   Missão:
·         Evangelismo: Jesus mandou Mt 28.19
·         Edificação: Envolve comunhão, compartilhar, disciplina, instrução e dons. Ef 4.12-16
·         Adoração: Adorar a Deus pelo que Ele é e faz. I Co 16.2
·         Ação Social: Envolve ajudar e condenar a injustiça. Lc 10.25-37
C.  Membresia:
Crentes batizados At 2.41-47
D.  Governo:
1.     Papal:
Toda a autoridade reside no Papa, que a delega por meio de uma hierarquia de líderes (Cardeais, arcebispos, padres e cristãos).
2.     Episcopal:
·        Toda a autoridade reside num corpo de bispos, que delegam os poderes às ordens inferiores (anglicanos, luteranos).
·         A igreja não pode existir sem bispos; pois eles representam Deus. Há dioceses, ministros, doutrina.
a) Argumentos:
·         Cristo: autoridade Mt 28.18-apóstolos e outros
·         Tiago-destaque
·         Sucessão apostólica
b)     Objeções
·         Ênfase na autoridade II Co 11.13
·         Não tem sucessão apostólica.
·         Não tem distinção entre bispos e anciãos At 20.17,28
·         Não Jesus
3.      Presbiteriana:
·         Toda a autoridade reside num corpo chamado o presbitério. Estes homens representam a igreja no Sínodo, que faz parte do corpo nacional, chamado Assembléia Geral.
·         Presbiterianos e Reformados
a)      Argumentos
·         At 14.13
·         Sinagoga
·         Preservar ensinos do NT
b)     Objeções:
·         Não tem na Bíblia.
·         Tira a participação dos membros.
·         Não há distinção entre bispo e presbítero
4.     Congregacional:
·         Toda a autoridade reside nos membros. Nenhum homem ou grupo deve possuir toda a autoridade.
·         Possui Autonomia e autogovernada
·         Também há: Democracia: Participação individual  lI Pe 2.9
a)      Argumentos:
·         A Igreja agia assim At 2.42-47; 4.32-35
·         Jesus ensinou Lc 22.25
·         É responsabilidade da igreja, a disciplina. Mt 18.15-17
·         As cartas de Paulo.
·         Valor da ordem: I Co 14.40; Sacerdócio dos crentes Rm 5.1-5; Pessoa importante; Suprema autoridade – Deus
·         A igreja cuida de seus membros I Co 5.1-13
·         A igreja elege seus líderes At 6.1-6; 14.23
·         A igreja envia missionários At 13.1-4
·         Os dons foram dados a todos I Co 12
·         A igreja é a autoridade suprema que Cristo deixou na terra Mt 18.17
b)     Objeções
·         Despreza a sucessão apostólica
·         Há distinção entre bispo e anciãos
·         Cartas de Ap a anjos
5.     Não – governamental:
c)      Características:
* Irmãos Quakers e os Plymouth
d)     Argumentos
·         O Espírito Santo é a luz interior
e)      Objeções
·         Tira a autoridade da Bíblia
E.   Oficiais:
1.     Pastor:
a)      Termos: Pastor: At 20.28; Bispo: At 20.28 e I Tm 3.1; Presbítero: Tt 1.5
b)     Qualificações: I Tm 3.1-7; Tt 1.5-9
c)      Responsabilidades: Pastorear: At 20.28; I Pe 5.2/ Administrar: At 20.28 e I Tm 5.17; Educar: I Tm 5.17; Tt 1.9
2.     Diáconos:
d)     Sentido: Servo – Mt 20.26; Rm 13.4; 15.8; II Co 11.15; Fp 1.1; I Tm 3.8
e)      Qualificações: I Tm 3.8-13
f)       Responsabilidades: At 6.2-4; I Tm 3.8-13. Em geral: aquilo que deixa o pastor livre para oração. Especificamente: liderança aos diversos ministérios e cuidar de necessidades materiais.
F.    Ordenanças: Um ordem dada por Cristo a sua igreja
1.     Batismo:
·         Definição: A imersão do crente em água como testemunho público da sua entrada anterior na morte, sepultamento e ressurreição de Cristo. Rm 6.3,5
·         Importância: - Jesus mandou Mt 28.18s; -  Marca o início da vida cristã.
·         Visão: É um símbolo do que ocorre no crente. Um memorial.
·         Significado: É uma proclamação poderosa do que Cristo fez, testificando de sua morte e ressurreição. Rm 6.3-5
·         Assunto: Mt 19.13-15 Não prova o batismo infantil
·         Modo: Imersão: - A igreja primitiva fazia assim/ - O significado da palavra/ Representa melhor a Cristo-Cl 2.12/ Baseia no batismo do Espírito Santo: Rm 6.3s/ Evidência Jo 3.23; Mt 3.5s,11; 21.25; Mc 1.10; At 8.38s
·         Recipientes: Aqueles que têm aceito Cristo como Salvador. Mt 28.19; At 2.41
2.     Ceia:
·         Significado: Ritual estabelecido pelo próprio Cristo, para praticar como comemoração de sua morte.
·         Estabelecido por Cristo: I Co 11.13-29; Lc 22.19-20
·         Particada pela igreja primitiva: At 2.42; 20.7
·         Necessidade de repetição: I Co 11.24-25
·         Proclamação: I Co 11.26
·         Benefício espiritual
·         Restrição: I Co 11. 27-34 Só aos discípulos
·         Dimensão horizontal
·         Presença de Cristo – representa Cristo
·         Eficácia do rito – É apenas uma lembrança; e não algo místico
·         Administrador – Pode ser algumas pessoas qualificadas para isto
·         Recipientes – Somente as pessoas batizadas e que estejam em comunhão com Deus.     I Co 11.27-29; At 2.41s; Mt 28.19s.
·         Elementos – Pão e vinho ou suco.
G.  Disciplina:
1.     Alguns casos de disciplina:
·         A imoralidade I Co 5.1-13
·         A doutrina falsa I Tm 6.3-5; II Tm 2.14-26
·         O comportamento desordenado II Ts 3.6,14
·         Um espírito faccioso Rm 16.17-18
·         A impenitência Mt 18.15-17
2.     Exemplo de disciplina na igreja:
* Ananias e Safira At 5.1-11
3.     Os objetivos da disciplina:
·         Fidelidade à Palavra de Deus II Ts 3.14s
·         Purificação da contaminação do pecado I Co 5.6
·         Advertência dos outros I Tm 5.20
·         Restauração do irmão errante Gl 6.1; II Co 2.5-8; II Tm 2.26
·         Arrependimento: II Tm 2.25
·         Livramento do laço do diabo: II Tm 2.26
4.     As atitudes bíblicas da disciplina:
·         Mansidão Gl 6.1; II Tm 2.25
·         Compaixão II Ts 3.15
5.     Os passos bíblicos de disciplina (Mt 18.15-17):
·         Encontro particular v. 15
·         Encontro com as testemunhas v.16
·         Encontro diante da igreja v.17
H.  Associação com outras igrejas:
1.     Bases para o inter-relacionamento da igreja: Ef 4.1-6; At 2.42
·         A igreja é o Corpo de Cristo
·         Um só Senhor
·         Uma só doutrina
·         Um só Espírito
·         Uma só Esperança
·         Uma só fé
2.     Bases para nós termos Associações:
·         Associação – grupo de igrejas que tem as mesmas doutrinas,  e reúnem.
·         A Associação depende das igrejas.
3.     Princípios bíblicos para Associações:
·         At 8.14 – A igreja envia pessoas para confirmar a descida do Espírito Santo.  Porque os judeus não se davam com os samaritanos.
·         At 11.1-4 – Pedro e Cornélio
·         At 11.19-22 – A igreja resolve mandar Barnabé em Antioquia
·         At 11.27-30; 12.25 – A igreja de Antioquia manda ajuda para a igreja de Jerusalém.
·         Rm 15.26; II Co 8.1-24 – Fala: “as igrejas”. Princípio de relacionamento entre as igrejas.
·         At 15 – Concílio das igrejas
·         Rm 16.5-16; esp. 5,14,16 - Cidade de Roma
·         Cl 4.16 – Epístola compartilhada
 
I.      Separação Eclesiástica:
1. No Velho Testamento:
Deus mesmo faz separação:
·         Gn 1.4 – luz e trevas
·         Gn 12 – Abraão de sua família
·         Êx 34.12-17 – Deus ordena o povo a se separar
·         Lv 20.24-26 – Deus diz que separou o povo dEle de outros povos.
·         Dt 7.1-7 – Associação com Deus, implica em certas separações.
·         Js 23.6-8 – Exortação para o povo se separar
·         I Rs 11.1-8 – Exemplo negativo de que Salomão não desviou da idolatria
·         II Cr 18.19 – Exortação a Josafá de sua aliança com Acabe.
·         II Cr 19.2 – “Separação dentro do povo de Deus”.
·         Ed 9.1; 10.12; Ne 13.23-25 – Ordens divinas para se separar.
2. No Novo Testamento:
a)     É exigido separação do mundo.  I Jo 2.19
·         A separação começa na afeição
·         Essa separação vai transformar sua mente Rm 12.1-2
·         Essa afeição leva a uma separação II Co 6.14-16
b)     Separação Eclesiástica propriamente dita:
·         De pessoas que se dizem irmãos. I Co 5.9-13; II Tm 3.5s; Tt 3.10,13
·         Dos irmãos que vivem em pecado Mt 18.15-17; II Ts 3.6,14s
·         Dos que tem ensinos errados. II Tm 2.16-19; II Jo 7-11; Rm 16.17s; Tt 3.9-11; I Tm 3.5,11; At 20.28-31; I Tm 6.3-11; 2.14-26
·         Como corrigir: Gl 6.1 – sem prepotência; II Tm 2.24-26 – com mansidão; Tt 3.10s; Mt 18.15-17; I Tm 1.20; I Co 5.5
 
 
Escatologia
I. Individual: Coisas que acontecerão a todo indivíduo.
A.  Estado Intermédiario (evidências): É o estado intermediário entre o final do 1o estado (morte) e o corpo glorificado (início  do estado final). Lc 23.43; II Co 5.8; Fp 1.23
1.     Salvos: Estarão no seio de Abraão Lc 16; ladrão na cruz; Paulo; Estevão
2.     Não-salvos: Estarão no inferno Lc 16; depois para o lago de fogo Ap 20.14
B. Morte:
1.  Realidade: É inevitável Hb 9.27. Todos morrem. Morte é o processo de decadência dos nossos corpos.
2. Natureza:
a)      Física: É a separação do corpo e alma. Mt 10.28; Ec 12.7
b)     Espiritual: É a inabilidade de responder aos desígnios de Deus. Ef 2.1s; Jo 5.24s
c)      Segunda Morte: É a separação eterna de Deus. Ap 20.6
3.     A morte física é natural?
·         O homem não criado para morrer. Se ele comesse da árvore da vida nunca morreria. I Co 15.21
·         A morte é algo estranho ao indivíduo. Não é natural.
4.     Efeitos da morte:
a)      Para os não-salvos: É o fim da possibilidade de sair deste estado espiritual. Viver para sempre separado de Deus.
b)     Para os salvos: É a libertação da maldição da morte. I Co 15.54-57
II.    Cósmica: Eventos simultâneos
A.   Ordem dos Eventos:
 

Arrebatamento: I Ts 4.13-18

Tribunal de Cristo: Rm 14.10

Tribulação Dn 9.26s; Ap 6-20

Bodas do Cordeiro: Ap 19.7-10

Armagedom: Ap 19.17-21

Revelação de Jesus Cristo: Ap 19.11-16

Satanás é preso: Ap 20.1-3

Juízo das nações: Mt 25.31-36

Ressurreição dos Santos do AT- Dn 12.2 e da tribulação-Ap 20.4

Milênio Ap 20.6

Satanás é solto Ap 20.7

Gogue e Magogue Ap 20.8-9

Satanás é lançado no lago de fogo Ap 20.10

Ressurreição dos ímpios Ap 20.11-15

Grande Trono Branco Ap 20.11-15

Novos céus e nova terra: Ap 21-22

Lago de fogo eterno Ap 21.8

 
B.   Posição quanto ao Arrebatamento: Há cinco posições:
1.      Pré-Tribulacionista: Cristo arrebata a sua igreja antes da tribulação.
2.      Pós-Tribulacionista: Cristo busca a sua igreja depois da tribulação.
3.      Mid-Tribulacionista: Cristo arrebata a sua igreja no meio da tribulação.
4.      Atribulacionismo: Não tem um período especial; mas a tribulação está acontecendo agora.
5.      Arrebatamento Parcial: Só é arrebatado aqueles que se mantém obedientes, e o restante aguarda a ressurreição.
Mas a posição Bíblica é Pré-Tribulacionista: Ap 3.10; II Ts 2.1-6
a)      Ap 3.10: .... também eu te guardarei da hora da provação...
·         A preposição da: de + a. Mas de 800 vezes significa fora de; indicando que a igreja está fora da tribulação.
·         Os santos da tribulação sofrerão: Todos os que estarão na tribulação sofrerão; mas Deus disse que guardaria a sua igreja de sofrimento.
b)     I Ts 4.13-16:
·         Os cristãos de Tessalônica estavam preocupados com os mortos em Cristo, pensando que os mesmos perderiam certos privilégios no arrebatamento.
·         Se a tribulação acontecesse antes, eles estariam  preocupados com eles mesmos; e não com os mortos. Também eles não desejariam tanto o arrebatamento.
c)      I Ts 5.1-11:
·         As palavras paz e  segurança: Quando as pessoas acharem que estão seguras, virá o dia do Senhor. Pois não haverá paz e segurança na tribulação.
·         O conforto: Os irmãos estarão livres; não passarão pela tribulação.
d)     II Ts 1.5-10:
·         Fala da 20 vinda, que virá após um período de sofrimento; e será com vingança.
·         No arrebatamento será bem diferente.
e)      I Ts 5.6-9; Lc 12.35-40:
·         A volta de Cristo é iminente.  Pode ocorrer a qualquer momento.
f)       O propósito da tribulação não inclui a igreja:
·         Provar as nações Ap 3.10
·         Purificar a Israel Jr 30.7; Zc 8
g)      O caráter da tribulação é judaico:
·         Tem conceitos judaicos.
·         144 mil das tribos.
·         Salvos nesta época: judeus e gentios
C.    Posição quanto ao milênio: São três posições:
1.      Amilenista: Cristo já está reinando hoje nos corações, o milênio, não é um período de mil anos; não é literal
2.      Pós-milenista: Há uma salvação de um grande número de pessoas, Cristo volta à terra no fim o milênio; e nós estabelecemos o milênio. O milênio é literal.
3.      Pré-milenista: Há um milênio literal. Cristo volta para reinar no milênio e é Ele quem estabelecesse o milênio; o arrebatamento o precede.
Mas a posição Bíblica é Pré-milenista:
·         A promessa de um novo pacto com Israel, leva-nos à interpretação pré-milenista. Jr 31.33s
·         A promessa da continuação de Israel, como uma nação, leva-nos à interpretação pré-milenista. Jr 31.35-47
·         A promessa da terra de Israel como possessão perpértua, leva-nos à interpretação pré-milenista. Gn 15.18-21; 17.7s
·         A promessa de um reino eterno a Davi, leva-nos à interpretação pré-milenista. II Sm 7.2; II Cr 29; Sl 89
·         A promessa do reino do Messias sobre o trono de Davi, leva-nos à interpretação pré-milenista. Is 9.6-7; Lc 1.32s
·         Cristo se refere a este reino. Mt 20.20-33
·         Romanos 11.25-32 – Trata da futura restauração de Israel, interpretando passagens proféticas do VT neste sentido (relativo ao futuro reino de Israel).
·         Apocalipse 19 - 20.1-10: Claramente ensina o fato do futuro reino milenar de Cristo – colocando este reino após a Segunda vinda de Cristo.
·         O ponto de vista premilenista foi o da igreja primitiva – que Cristo viria a Segunda vez, e estabelecia na terra o Seu reino. Papias (165 a.C.); Policarpo (155 a.C.)...
3. Evidências:
§  O relato de Mateus e Lucas: Mt 1.1-25; Lc 1.26-38
§  Desde cedo se cria que Jesus não era filho de José.
§  Afirmação das pessoas da época. Mc 6.3
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Distintivos dos Batistas:
Autoridade:
·         Bíblia, a única regra de fé e prática II Tm 3.16
·         Autonomia da Igreja Local Mt 1.15-17
·         Separação da Igreja do Estado Mt 22.21
Estrutura:
·         Membresia Regenerada At 2.41,47
·        Duas Ordenanças:
1. Batismo Mt 28.19
2. A Ceia do Senhor Mt 26.26-28
·        Dois Ofícios:
1. Pastor I Tm 3.1-7
2. Diáconos I Tm 3.8-13
Indivíduo:
·         Segurança da Salvação Jo 10.28,29
·         Sacerdócio do Crente I Pe 2.5,9
 
Movimentos do Séc. XIX e XX
 

Evangelicalismo:

Movimento no cristianismo moderno que transcende as barreiras denominacionais e confessionais, enfatizando a conformidade com as doutrinas básicas da fé e um alcance missionário de compaixão e urgência. Quem se identifica com esse movimento é um evangélico conservador que crê no evangelho de Jesus e o proclama. Pois o mesmo afirma as crenças centrais do cristianismo histórico.

Liberalismo:

Também conhecido como modernismo; ele é a grande mudança de pensamento que ocorreu no séc. XIX. Sua característica principal é o desejo de se adaptar a religião à forma de pensar moderna. Criam que o homem pudesse chegar à perfeição e tinham um conceito diluído de Deus. Pois Segundo este movimento, Ele não é transcendente, mas está presente em tudo o que ocorre. Com a 1o guerra mundial começou-se a duvidar deste conceito.

Neo-Ortodoxia:

Surgiu como reação ao Liberalismo, procurando interpretar a fé cristã a partir da filosofia existencialista. Enfatizava algumas doutrinas da ortodoxia (transcendência de Deus, revelação, pecado, salvação pela graça); mantendo porém, alguns aspectos de abordagem literal, como o criticismo bíblico.

Fundamentalismo:

              Um movimento que surgiu nos Estados Unidos depois da 1o Guerra Mundial, para reafirmar o cristianismo ortodoxo e de defendê-lo contra os desafios da teologia liberal, da alta crítica alemã, do darwinismo e de outros pensamento danosos.

             Afirmavam: Inerrância das Escrituras, Jesus: Nascimento Virginal, Expiação Vicária, Ressurreição Corpórea e Historicidade dos Milagres.

Neo-Liberalismo:

                       Reinterpretação do Liberalismo, muito parecido com os Neo-Ortodoxo. São mais sentimentais, empíricos que os liberais. E tem uma busca maior de Deus.

Neo- Evangelicalismo:

               Movimento que surgiu em reação ao fundamentalismo quanto à doutrina. Possuem um discurso menos separatista, dando muita ênfase à ação social. São anti-separatistas.

Ecumenismo

          Movimento recente que surgiu com o propósito de união, segundo eles afirmam. Querem unificar a moeda, o governo, a comunicação. Enfim Quase tudo. Isto também começou no meio evangélico. Afirmam que todos nós devemos ser uma única religião, a favor do mínimo denominador comum. Porém, na Palavra de Deus é claramente expresso que não devemos nos misturar com quem não tem as mesmas doutrinas bíblicas. I Co 5.9-13; II Tm 3.5s; Tt 3.10,13

Pentecostalismo

          Ênfase demasiada no Espírito Santo. Para os mesmos há dois tipos de batismo do Espírito Santo. Um no momento da conversão que todos recebem e outro posterior à salvação que os crentes devem buscar, para receber os dons do Espirito Santo. E a prova que a pessoa recebeu o Espírito é o Dom de línguas. Porém, a Bíblia afirma somente um batismo no Espírito Santo que ocorre no momento da conversão. Exemplo: Cornélio. Também não é preciso buscar os dons, pois é o Espírito que dá conforme a sua vontade. I Co 12. Além disso, o mais importante é o amor, e não os dons de língua, diz a Bíblia. I Co 13

Carismatismo

        Movimento parecido com o pentecostalismo, porém não dão tanta ênfase aos Dom de línguas. Mas a todos os dons de sinais e milagres.


Missionária Rosangela da Silva Feitosa 
Whatsapp: +258 84 543 1425 
missrosangelafeitosa@gmail.com

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