José

José, no livro de Gênesis Você deve conhecer várias pessoas de sucesso. Mais qual o segredo, ou ainda a chave do sucesso? As pessoas pensam que sucesso é possuir fama, dinheiro e saúde. As novelas estão ensinando isso, que as pessoas que tem dinheiro são as mais felizes, ou seja, bem sucedidas. Mas a Bíblia ensina que a pessoa bem sucedida é aquela que teme ao Senhor. Pois o temor do Senhor é o principio de todas as coisas. - J. Blanchard dizia a respeito do sucesso: “Se o diabo não puder usar os fracassos para derrubar você, ele usará o sucesso”. - Albert Einstein dizia: “Não procure ser um homem de sucesso mas, pelo contrário, procure ser um homem de valor”. Irmãos na Bíblia temos um exemplo de um homem que era temente a Deus, José. José era temente a Deus independente das circunstâncias, e assim como ele devemos ser tementes a Deus independente das circunstâncias enfrentada. Você deve estar se perguntando: mas como ser temente a Deus independente das circunstâncias? Nessa noite veremos na vida de José três circunstâncias em que ele permaneceu temente a Deus. A primeira circunstância em que José permaneceu temente a Deus foi: I. José permaneceu temente a Deus mesmo distante dos seus familiares. (Gn. 37:19-28) A. Foi vendido pelos seus irmãos. Por que? O que levou seus irmãos ao venderem? 1. Ele era o primogênito de Jacó com Raquel. 2. Era o filho predileto de Jacó, e isso despertou o ódio dos seus irmãos. 3. José pastoreava o rebanho com seus irmãos e contava a má fama deles ao seu pai. 4. Foi vendido pelos seus irmãos aos ismaelitas. B. Foi levado para o Egito como escravo. 1. Passou de pastor de ovelhas para escravo. 2. Estava diante de uma cultura diferente da sua, que era a cultura egípcia. 3. Porém o Senhor estava com José e tudo que ele fazia prosperava. 4. José foi tirado da casa de seu pai, perdeu privilégios como primogênito de Jacó com Raquel, viveu em uma cultura diferente, mas ainda assim permaneceu temente ao Senhor. Aplicação: Irmãos! • Muitas vezes quando algo começa a dar errado em nossa vida, logo queremos abandonar ao Senhor. • Muitas pessoas tem a concepção de que, a se eu chegar na igreja e o pastor não falar comigo nunca mais piso nesta igreja. • Ou ainda é um emprego que eu vinha pedindo a Deus a muito tempo e Ele me concede, depois de um tempo me desvio do caminho Dele. Isso tem acontecido quase que freqüentemente em nossas igrejas. • Existem pessoas que na primeira provação, ou dificuldade da vida abandona os caminhos do Senhor. • Mesmo diante das dificuldades e dos problemas devemos permanecer tementes a Deus, assim como José. • Devemos ser tementes a Deus em tudo que fizermos, assim como José, seremos pessoas de sucesso. • Devemos saber que por trás dos problemas tem uma grande vitória nos esperando. - Epicteto dizia a respeito das dificuldades: “As dificuldades colocam os homens a prova”. Vimos então que a primeira circunstância em que José permaneceu temente a Deus foi distante dos seus familiares. Agora veremos a segunda circunstância em que José permaneceu temente a Deus. que foi: II. José permaneceu temente a Deus mesmo em situações difíceis. (Gn. 39:11-23) A. É interessante notarmos neste texto porque José estava preso. 1. A esposa de potifar o achou atraente. 2. Ela passou a cobiçá-lo. 3. José a rejeita, porque temia ao Senhor. 4. Ela alega ao seu marido que José tentou possuí-la, onde tinha sido a mesma que tinha tentado possuí-lo. 5. Faraó manda prender José. 6. José é preso injustamente pelo seu senhor. Diante deste quadro seria uma situação favorável para José blasfemar ou ainda desacreditar em seu Deus, mas pelo contrario ele permaneceu temente a Deus. Ele compreendia que tudo que ele estava passando era da vontade de Deus. Ele entendia a soberania de Deus. Muitas vezes passamos por situações difíceis e logo indagamos: “Só porque eu sou crente eu estou passando por isso”. B. José preso, como ele se comportava? Mas podemos perceber no texto que: 1. O Senhor estava com ele. 2. O carcereiro encarregou a mão dele todos os presos, pois viu que ele era uma pessoa de confiança. 3. O carcereiro não se preocupava com nada que estava nas mãos de José. C. E ainda enquanto estava na prisão podemos perceber que José revela os sonhos do padeiro, copeiro e do faraó. (Gn. 40:1-23) 1. Com a ajuda de Deus, José revela os sonhos destes homens. 2. Pede ao copeiro chefe que quando retornar ao seu serviço lembresse dele. 3. O copeiro retoma sua posição, mas esquece de José. 4. Faraó tem um sonho e não tem quem o interprete, nem mesmo os sábios. 5. O copeiro lembrasse de José, dizendo que teve um sonho enquanto estava preso e um prisioneiro que estava junto com ele o revelou. 6. Faraó manda chamar José. 7. José revela o sonho de faraó e é nomeado governador do Egito. D. Aplicação Imaginem só, se mesmo falando a verdade e honrássemos a Deus, ainda assim fossemos presos injustamente. O que faríamos? • Blasfemaríamos contra Deus? • Nos rebelaríamos contra Deus? • Ou continuaríamos tementes a Deus, como José? Já vimos que José permaneceu temente a Deus distante dos seus familiares e mesmo em situações difíceis. Agora veremos a terceira e ultima circunstância em que José permaneceu temente a Deus que foi: III. José permaneceu temente a Deus mesmo quando em grande bonança. (Gn. 41:37-45) A. Foi governador sábio. 1. Tinha o poder, prestigio, mas mesmo assim não mudou seu caráter, nem temor a Deus, pelo contrário, sabia que Deus estava agindo em sua vida. 2. Acumulou os excedentes das cidades nos sete anos de fartura. 3. Administrou bem os sete anos de fome que sobreviria sobre o Egito. B. Salvou sua família que morria de fome. 1. Seus irmãos vão até ele compra alimentos. 2. Seria a hora ideal para ele se vingar, mas sabia que a justiça pertence a Deus. 3. Faraó após tomar conhecimento sobre seus familiares pede que eles desçam para o Egito, promete dar o melhor da terra do Egito para desfrutarem a fartura da terra. 4. José pede a seus irmãos que tragam se pai ao Egito. 5. Jacó desce ao Egito. C. Aplicação Devemos saber que não importa o que nos façam, devemos permanecer tementes a Deus, pois a justiça pertence a Ele. E assim como José desenvolvermos o perdão, não oferecermos um falso perdão, mas sim um perdão genuíno. PERDÃO: ação de perdoar; remissão de uma culpa; divida ou pena; desculpa. Vimos nesta noite três circunstancias em que José foi temente a Deus que foi: - Mesmo distante dos seus familiares. - Mesmo em tempos difíceis. - E em grande bonança.

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